segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sem título

Opto por este tipo de mensagem por uma simples razão, cada um dá a atenção que quer e a importância que entender, na altura mais oportuna. Para além disso, esta mensagem não se dirige apenas a jogadores ou equipa técnica, ou mesmo colegas de direcção, ou até mesmo adeptos, mas sim a todos que acompanharam o meu percurso à frente do departamento desportivo da Casa do Povo de Lavre. Apelido de departamento desportivo de Casa do Povo de Lavre e não de Grupo Desportivo de Lavre, porque esta última designação não existe e para os mais desatentos convém realçar que o nosso clube chama-se Casa do Povo de Lavre.
Com o repto lançado pelo Nuno Alves, ainda no Verão de 2006, considerei que seria a altura ideal para fazer algo pela terra que, embora não me tivesse visto nascer nem crescer, sempre despertou em mim um grande interesse e carinho, afinal de contas é a terra da minha família paterna.
Após a tomada de posse em Janeiro de 2007, os objectivos seriam pouco ambiciosos, ou não, para esse primeiro ano, ou seja, promover a prática desportiva e dar a conhecer ou consolidar o nome de Lavre através de alguns eventos, tais como Grande Prémio de Atletismo ou Passeio de BTT. Simultaneamente, nunca poderia esquecer a vertente financeira do departamento, já que sem dinheiro (recebemos o departamento com pouco mais de 100 €) projectos para o futuro nunca poderiam vir a acontecer. Sem dinheiro e sem rigor projectos que vieram a ser concretizados nunca poderiam ter sido materializados.
Em Setembro de 2007, surge então a oportunidade e o desafio do departamento desportivo da CPL assumir o futebol Lavrense, fruto do término de um ciclo na AJACPL. Como seria natural, a ambição de crescer nesta modalidade tornou-se mais evidente do que noutras, efeito do poder que o futebol tem junto das populações, o que é evidente!
Nas três primeiras épocas, as infra-estruturas arrogam o papel principal junto da direcção, já que havia uma enorme décalage entre a qualidade da equipa e a qualidade dos espaços. Todavia os resultados desportivos nunca foram postos em causa e durante essas três épocas os resultados foram assinaláveis, com realce para a presença numa meia-final e nuns quartos de final do Inatel de Santarém, somando-se um prémio disciplina.
Muitos euros foram investidos, para proporcionar aos “jovens” de Lavre e não só um espaço digno para a prática desportiva, muitos euros foram investidos para que o grupo de trabalho pudesse melhorar os seus resultados.
Desta forma, julgo que fica exposto, ainda que sucintamente, a velha máxima de que tudo na vida tem um princípio, um meio e um fim, sendo que o fim resulta na participação do Lavre numa competição que, até então, nunca tinha conhecido esta maravilhosa freguesia. Participação assinalável e histórica que marca o início do Lavre nas competições distritais e não o fim, como alguns julgavam que ia acontecer!
Com rigor, humildade e equilíbrio, o departamento desportivo da CPL, o nosso clube, está consolidado quer financeiramente quer desportivamente, tudo indicando que podemos vir a ter mais uma excelente época em 2011/2012.
Em primeiro lugar, para os meus colegas de direcção fica uma palavra de agradecimento pelo trabalho que desenvolveram nos projectos que conseguimos materializar e pela confiança que sempre depositaram em mim. Enfim, obrigado pelo tempo que me aturaram!
Aos atletas ficam uns simples parabéns carregados da emotividade que me caracteriza. No entanto, permitam-me acrescentar que no futuro é possível fazer mais e melhor, nós podemos fazer sempre melhor, os outros até podem ser superiores, contudo no fim a vitória tem que ser sempre vossa. “Pelo Lavre tudo, unidos venceremos!”
À equipa técnica o reconhecimento pelo trabalho competente que foi realizado durante todo este tempo. Foram, repito, foram o verdadeiro leme do grupo de trabalho a nível desportivo.
Por fim aos adeptos e ULTRAS, só uma palavra vos pode caracterizar “inigualáveis”. Foram um permanente íman para o sucesso deste grupo.

Um abraço a todos e muito obrigado pela oportunidade!
João Veiga

segunda-feira, 23 de maio de 2011

LAVRE 2 - 1 BROTAS

Tarde quente e emotiva no Campo da Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Samina
DE Pápó
DD Pardal
DC Lambreta
DC Ganso (1)
MC Bruneco
MC Brito
MC Fábio Dias
ME Henrique
MD Gaitas
AV Fala (1)
Jogaram ainda:
Spike
Chalana
Ferro

Num jogo que podia determinar definitivamente o Lavrense como vice-campeão da 1ª Divisão da AF Évora, bastando para isso que Lavre conquistasse um ponto, a equipa da terra entrou nervosa e sem conseguir impôr o seu jogo.

Sem sentir grandes ameaças à sua baliza, já que as Brotas apenas tentavam lançar bolas para as costas da defesa do GDL, o Lavrense também não conseguia criar fio de jogo e as bolas perdiam-se invariavelmente antes ainda de chegar à área adversária.

Por isso, foi sem surpresas que se chegou ao intervalo com o 0-0.

Na segunda parte Lavre até entrou melhor, mas foi sol de pouca dura: numa jogada infeliz da defesa da casa, a bola sobra para o avançado das Brotas que só teve que encostar para inaugurar o marcador.

Este golo abalou os alicerces do GDL, a equipa tremeu e jogou-se algum do pior futebol apresentado durante todo o campeonato. As Brotas podiam ter feito o segundo golo em mais que uma oportunidade, com perdas de bola infantis na defesa Lavrense, mas alguma ineficácia e bastante segurança do redes Samina evitaram males maiores.

Nos 15 minutos finais o Lavrense decidiu acordar (talvez devido à excelente prestação dos ULTRAS) e partiu para o ataque desenfreado, sem rigor posicional e apenas com o coração, obtendo finalmente resultados: primeiro Fala antecipa-se ao redes das Brotas, fazendo o empate. Depois é Ganso que ganha nas alturas e faz a reviravolta no marcador.

Com o apito final e conhecendo-se os resultados dos adversários directos (que perderam todos), Lavre sagrou-se Vice-Campeão no ano de estreia na 1ª Divisão da AFE, aguardando-se agora com expectativa que decisões vão ser tomadas nas subidas, descidas e permanências no novo quadro competitivo.

PARABÉNS LAVRENSE!

CORVAL 2 - 1 LAVRE

(em construção)

domingo, 8 de maio de 2011

LAVRE 0 - 0 ESTREMOZ

Lavre recebeu e empatou o já campeão Estremoz no Campo da Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Samina
DE Pápó
DD Lisboa
DC Gaitas
DC Ganso

MC Lambreta

MC Fábio Dias

MC Brito

ME Spike

MD Rubinho

AV Fala

Jogaram ainda:

Henrique

Chalana

Ferro

O jogo começou muito repartido, com ambas as equipas a mostrarem respeito uma pela outra, sabendo os excelentes percursos que cada uma tem vindo a fazer.

Estremoz, sempre apoiado por uma excelente e numerosa claque, começou a tentar impor o seu jogo de passes constantes e rápidas trocas posicionais, mas foi Lavre quem teve uma primeira grande oportunidade, com Ganso a cabecear e um defesa visitante a tirar de cabeça em cima da linha.

Também Rubinho teve uma oportunidade após centro da esquerda, mas não conseguiu chegar à bola quando estava em excelente posição para fazer o 1-0.

Depois desse período, o Estremoz puxou dos galões e comandou o jogo, com algumas excelentes oportunidades de golo não concretizadas por ineficácia ou por excelentes intervenções do redes Samina.

No início da segunda parte Lavre entrou melhor e conseguiu-se aproximar da área estremocense com mais frequência, embora a defesa visitante se tenha mostrado quase sempre bastante segura. Embora conseguisse pressionar agora mais à frente, Lavre não conseguia no entanto criar muito perigo.

Nos 15 minutos finais, o Estremoz voltou a conquistar o domínio da partida, conseguindo levar novamente Lavre para a sua defesa, mas também sem grandes oportunidades de golo

O empata acaba por ser inteiramente justo, bem como a atribuição do título de campeão (desde a jornada passada) a esta equipa do Estremoz, que se mostrou ser a melhor ao longo de toda a temporada.

Ao Lavrense resta o orgulho por não ter perdido com o campeão (1-1 em Estremoz e 0-0 em Lavre) e a ambição pela conquista do 2º lugar logo no ano de entrada nesta competição.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Santana do Campo 1 - G.D.Lavre 1


O G.D.Lavre, vinha de uma empate inesperado, e sabia que era necessário efectuar um bom resultado diante do Santana do Campo, para consolidar o 2º lugar.

O
s primeiros minutos de jogo foram da equipa visitada.
Raramente, o Lavre chegou à área adversária, todavia poderia ter chegado por duas vezes ao golo.
Num dos ataques, o Santana chegou mesmo ao golo, através de um remate, junto à linha lateral, que apanha o Guarda-Redes do G.D.lavre, mal posicionado, tendo o intervalo chegado com o resultado de 1-0 .

Na segunda parte o domínio do jogo foi do G.D. Lavre que marcaria o golo do empate, por intermédio de Ganso, através de um livre frontal, excelentemente cobrado.

Até ao final do jogo, o G.D.Lavre, tentou sempre dar a volta ao resultado, por vezes mais com o coração, do que com a cabeça, tendo criado várias oportunidades de golo, as quais, não conseguiu concretizar.
A repartição de pontos acaba por ser um resultado justo, pelo empenho demonstrado ao longo do jogo por ambas as equipas.

Parabéns a todos pelo esforço demonstrado, mas não podemos dar 45 minutos de avanço, temos de entrar a mandar, a resolver, e a mostrar o que é o G.D.Lavre.

Equipa inicial do Santana do campo: Luís, Zé Pedro, Carlão, Desão, Miguel Cordeiro, Gazza, Cham, João, Mateus, Márcio, PP.

Substituições: PP/Alemão, Flávio/Desão João/Pedro Marques.

Suplentes não utilizados: Sleto

Treinador: Barbosa

Equipa Inicial do G.D.Lavre: Banha, Gaitas, Papó, Ganso, Lisboa, Lambreta, Brito, spike, Fabio, Rubén, Fala.
Substituições: Rubén/Chalana, Spike/Ferro
Suplentes não utilizados: Coelho e Pardal
Equipa Tecnica: António Zé e Rafa

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ALCAÇOVENSE 2 - 2 LAVRE

Jogo emotivo e renhido até ao último minuto. Por Lavre alinharam: GR Banha DE Lisboa DD Pápó DC Ganso (1) DC Lambreta MC Gaitas MC Bruneco MC FábioDias ME Maçã MD Brito AV Fala (1) Jogaram ainda: Spike Chalana Rubinho
O jogo não começou bem para Lavre com 2 contrariedades logo nos primeiros minutos: primeiro Maçã lesiona-se e pouco tempo depois o Alcaçovense inaugura o marcador.

Lavre tentou então equilibrar o jogo, mas não parecia ser o seu dia. Da primeira parte apenas se destaca uma boa oportunidade de Fala, a rodar bem e a rematar, após jogada da direita, e um remate de cabeça de Lambreta para grande intervenção do redes da casa. Na recarga dessa jogada parece ter existido toque em Fala para grande penalidade, mas não foi esse o entendimento do juíz da partida.

Na segunda parte o Lavrense carregou e foi à procura do resultado, conseguindo empatar com um grande lance de futebol da direita, em que Fábio cruza com conta, peso e medida para Fala, de cabeça, fazer um grande golo. O Lavrense tomava conta da situação e começava mesmo a ameaçar o 1-2 quando, numa jogada de contra-ataque e contra a corrente do jogo, o Alcaçovense faz o 2-1 para a equipa da casa.

Novo revés a que o GDL respondeu quase de imediato, conseguindo novamente o empate por Ganso, também de cabeça, a fazer o 2-2. Até ao final foi o sufoco para a defensiva da casa, com Lavre a desperdiçar algumas grandes oportunidades de golo, como aquela de que dispôs Fábio Dias, defendida pelo redes, ou outra de Spike, num lance cortado de froma muito duvidosa.

O jogo acabaria com o empate a 2, premiando o esforço e impetuosidade da equipa da casa, que usou as suas armas, de forma leal, para travar o Lavrense.

Onde o Alcaçovense tem muito a melhorar é na recepção às equipas e claques oponentes.

Não haver uma gota de água, nem para beber nem para banhos, não lembra a ninguém e acontece pela primeira vez ao Lavrense desde que existe. Estamos em 2011!

A recepção feita aos adeptos do Lavrense, seja por falta de hábito ou por tradição belicista, tem muito, muito a melhorar. O Lavrense tem uma das maiores claques do distrital, elogiada em quase todos os campos onde tem passado, e foi ontem vítima da pior recepção de que tem memória. Desde alguns dirigentes da equipa da casa, um deles principal ateador da situação de agressão física final, passando pela actuação provocatória e tendenciosa dos agentes da GNR, terminando na má formação de muitos dos adeptos da casa que confundiram sistematicamente o que é puxar pela sua equipa (o que os adeptos de Lavre fizeram, cantando e aplaudindo, enquanto do outro lado só se ouviam injúrias) com ofensas, provocações e tentativas de agressão, foram várias as ocorrências que nos levam a considerar que o Alcaçovense não está preparado para receber jogos desta competição.

domingo, 10 de abril de 2011

LAVRE 4 - 0 VERA CRUZ

Tarde muito quente na recepção ao último classificado, o Vera Cruz.

Por Lavre alinharam:

GR Samina

DE Lisboa

DD Pápó

DC Ganso

DC Lambreta

MC Gaitas (1)

MC Fala

MC Fábio Dias

ME Coelho

MD Maçã (1)

AV Henrique (1)

Jogaram ainda:

Rubinho (1)

Ferro Spike

Num jogo que seria sempre difícil para a equipa visitante, que se encontra em último lugar na tabela, houve um facto a tornar ainda mais complicada a missão desta tarde: o Vera Cruz tinha apenas 10 jogadores disponíveis e foi com esses 10 que se iniciou o jogo.

Lavre apresentou-se de forma séria e competente e resolveu rapidamente o jogo. Primeiro Henrique, por 2 vezes, atirou por cima já dentro da pequena área. Depois Maçã inaugurou o marcador após excelente desmarcação de Gaitas.

O sufoco junto à área do Vera Cruz ia-se mantendo e acaba por ser Gaitas a fazer o 2-0, numa jogada infeliz do redes visitante.

Pouco depois surgiria o 3-0 num lance excelente de Henrique, com uma boa desmarcação e uma finalização cruzada da direita para a esquerda.

Cerca da meia hora de jogo, e com o jogo completamente controlado, foi tempo de dar minutos a todos os jogadores, tendo entrado Ferro e Rubinho por Fala e Fábio.

Lavre foi criando jogadas de perigo, mais esporádicas agora, mas a ineficácia dos avançados e algumas boas defesas do redes forasteiro foram evitando o avolumar do resultado.

A segunda parte trouxe mais do mesmo, embora Lavre tenha surgido com menos discernimento e pior futebol, com colocação constante das bolas directas nas costas da defesa de Vera Cruz, vendo repetidas jogadas invalidadas por fora-de-jogo.

Mesmo assim, Coelho atirou à barra, de cabeça, antes de Rubinho fazer o 4-0 noutro remate cruzado.

Até ao fim do encontro ainda houve um penalty a favorecer a equipa da casa, mas Coelho (a pedido do público) não conseguiu concretizar.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ROSÁRIO 0 - 2 LAVRE

Tarde fria no campo do Rosário para mais uma vitória da turma Lavrense.


Por Lavre alinharam:

GR Banha

DE Lisboa

DD Pardal

DC Ganso

DC Lambreta

ME Brito

MD Rubinho

MC Bruneco (1)

MC Gaitas

MC Fábio Dias

AV Fala

Jogaram ainda:

Pápó (1)

Chalana

Henrique


Lavre teve alguma dificuldade em adaptar-se às dimensões do campo e, fruto disso, os primeiros minutos de jogo foram inteiramente para a equipa visitada. Raramente, o Lavre chegou à área adversária, todavia poderia ter chegado por duas vezes ao golo, em duas situações de bola parada, primeiro por Ganso e depois por Fala.

Para além da dificuldade em adequar-se à largura do campo, houve a necessidade de lutar contra uma equipa de arbitragem tendenciosa e passiva.

À medida que o cronómetro foi avançando o Lavre começou a dominar mais o jogo a meio campo e, numa altura em que todos pensavam que o resultado ia para o intervalo com um empate, eis que Ganso num lançamento de linha lateral coloca a bola na cabeça de Lambreta que desvia para Bruneco emendar, também, de cabeça para o fundo das redes.

A segunda parte trouxe uma equipa forasteira mito mais organizada. Lavre soube encarar o jogo da melhor forma, trocando bem a bola a meio-campo, não dando grandes chances à equipa do Rosário de sonhar com o empate. As constantes trocas de bola bem elaboradas iam dando situações de vantagem à entrada da área da equipa da casa, embora estas não tenham sido depois bem aproveitadas, faltando quase sempre o último passe.

Ainda assim Lavre dominava completamente e o Rosário não se conseguia impôr, jogando sempre muito longe da área de Banha.

Depois das substituições surgiu o 0-2 definitivo, numa excelente abertura de Bruneco para Pápó, que finalizou de forma segura, com excelente entrada depois de meses lesionado, que acabou com o jogo.

As expulsões que se seguiram na equipa da casa tornaram o jogo ainda mais tranquilo para Lavre e o resultado não se haveria de alterar até ao final. Nota para os adeptos de Lavre que, mesmo a 120km de casa, conseguiram mais uma vez estar em maioria.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Lavre 1 - Luso Morense 0

GR Banha
DE Lisboa
DD Pardal
DC Ganso
DC Lambreta
MC Brito
MC Bruneco
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Rubinho
Ferro
Gastão

(notícia em construção)

domingo, 13 de março de 2011

Aldeense 1 - Lavre 2

Tarde muito cinzenta em Aldeias de Montoito, para mais um jogo do distrital da 1ª divisão da AFE. Terreno de jogo em péssimo estado a exigir um esforço acrescido e a utilização do fisco e detrimento da técnica.
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Ganso (1)
DC Lambreta (1)
MC Brito
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spyke
AV Ferro
Jogaram ainda:
Rubinho
Henrique
Coelho

Início de jogo algo apático do Lavrense a consentir duas oportunidades de golo para o Aldeense, com Banha a defender com enorme qualidade. A espaços a equipa forasteira foi impondo o seu jogo e com pequenas tabelas, junta à área adversária, foi criando algumas oportunidades de golo, ainda que se notasse falta de inspiração no último remate, fruto. Para além disso, sentia-se que podia acontecer o que aconteceu nos primeiros jogos desta comeptição, ou seja, jogar bonito seria contrário a eficácia e a resultado positivo. E foi já perto do intervalo que esta ideia ficou vincada, quando na marcação de um livre o Aldeense chega ao golo.
Para a segunda metade o Lavre entra determinado a dar a cambalhota no resultado e, logo nos primeiros minutos, Ganso, de cabeça, restabelece o empate na partida. Entende-se, então, que o Aldeense teria como objectivo mater o resultado e fecha-se na sua zona defensiva, saindo esporadicamente para tímidos contra-ataques. A equipa técnica Lavrense lança no jogo os seus dois juniores, Rubinho e Henrique, para o lugar dos dois alas, contudo não estava fácil inverter o resultado, já que, por vezes, atacava-se mais com o “coração” do que com a “cabeça”. Já perto do minuto noventa, após a marcação de um livre, o redes do Aldeense defende a bola para a frente e Lambreta remata para o fundo da baliza, colocando alguma justiça no resultado.
Para a semana o adversário será o Luso Morense, significado que o Lavre pode completar uma volta sem derrotas! Adeptos Lavrenses apareçam em força na Amoreira!

sábado, 5 de março de 2011

Lavre 2 - Arcoense 0

Tarde invernosa na Amoreira, a justificar a pior assistência da época em Lavre. No entanto, não foi tal motivo, que levou os resistentes adeptos Lavrenses a deixarem de apoiar a sua equipa.
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Lambreta
MC Brito
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala (1)
Jogaram ainda:
Rubinho
Ferro
Henrique (1)

Em relação ao jogo com o Arraiolos, a equipa técnica do Lavre viu-se obrigada a mexer no onze inicial fruto da lesão de Guts. Assim, Lambreta fez companhia a Ganso no eixo defensivo e Bruno recuou para trinco, para além disso, Brito ocupou a posição do número 10 Lavrense e Chalana regressou ao onze titular.
A primeira parte fica marcada por um domínio mais relevante por parte da equipa da casa, com sete situações de perigo junto da área do Arcoense, destacando-se dois cruzamentos de Chalana aos quais Spyke chegou atrasado e dois cabeceamentos dos irmãos Godinho, primeiro por Fala e depois por Ganso. Por outro lado, registo para o facto de o Arcoense ter realizado o seu primeiro remate, ainda que sem perigo, aos 20 minutos. Relativamente, a oportunidades de golo, apontamento para duas situações, sendo que na última, já muito perto do intervalo, o avançado Arcoense surge isolado junto de Banha, tendo este feito bem a mancha.
Na segunda metade, fica-se com a sensação que o Lavre, praticamente, não saiu do meio campo adversário, com inúmeras situações de perigo. No entanto, embora o Arcos não conseguisse sair (registo para um remate a meio da segunda parte), a verdade é que o Lavre não alcançava o tão sedento golo.
Já no período de descontos, eis que Fala fica isolado e faz o seu nono golo na prova, colocando justiça no resultado. Como seria de esperar, já com o jogo perto do final, António Zé e Rafa mexem na equipa e fazem entrar Ferro e Henrique para o lugar dos dois mais avançados do Lavre. Foi num lance de insistência que Rubinho ganha a bola e, após excelente trabalho, já junto do redes adversário, oferece a Henrique o segundo GOLO.
Mais uma vitória a premiar o esforço de todos! Foste GRANDE Bruno!
Curiosidades:
21 Jogos, 13V 5E 3D (Golos: 37-22)

Média de golos marcados: 1,76/J Média de Golos Sofridos: 1,05/J

8 Vitórias Consecutivas

14 Jogos sem Perder

Última Derrota: 2010-11-20 vs Luso Morense 2-1 (desde então: 12V 2E)

Última Vitória: 2011-03-06 vs Arcoense 2-0

16 Jogos consecutivos a marcar golos

2 jogos consecutivos sem sofrer golos (desde 2011-02-20 vs Outeiro 2-1)

Perdeu apenas 1 dos últimos 19 Jogos

Venceu 9 dos últimos 10 Jogos

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Arraiolense 0 - Lavre 1

Tarde primaveril no estádio Cunha Rivara em Arraiolos, num excelente espaço para a prática do futebol.
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Brito
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Chalana
Rubinho
Gastão

O Lavre em relação à última partida procedeu a duas alterações no onze titular, com Lisboa e Ganso a regressarem à defesa, libertando Lambreta para a posição que tem ocupado, habitualmente, esta época e com Bruneco a voltar a ocupar o eixo do meio campo.
Como seria de esperar, o Arraiolos entrou a tentar comandar as operações, recorrendo a lançamentos para as costas da defensiva Lavrense. À Passagem dos 20 minutos, percebeu-se que a equipa visitada queria inverter os últimos resultados e em duas situações poderia ter inaugurado o marcador. No entanto, os visitantes começaram a soltar-se e a jogar algumas vezes no meio campo arraiolense. À meia de jogo, numa situação com claras culpas para o redes adversário, Fala chega ao golo e faz o resultado com que se havia de chegar ao intervalo.
Na segunda metade, o Arraiolos nunca conseguiu materializar em perigo as suas intenções (não passaram mesmo disso… intenções) e o Lavre foi controlando o resultado sem grandes dificuldades. De realçar o facto de Fala ter podido aumentar a vantagem, quando o Arraiolense já tinha todos os sectores desligados.
Aspecto muito importante deste jogo foi o público vindo de Lavre para apoiar a sua equipa na manutenção do segundo lugar, com destaque muito especial para os ULTRAS que estiveram incansáveis durante os 90 minutos, grande ambiente para os Lavrenses, que mais pareciam estar a jogar na Amoreira (o eco levava a crer a existência de duas claques).
No próximo sábado, o Lavre recebe mais um adversário directo, o Arcos. Assim, é importante que o ambiente se mantenha como até aqui e os ULTRAS cantem desde o início até ao fim para “deixarem passar o LAVRENSE”.
Nota final para o facto de Guts ter jogado mais de 20 minutos com uma fractura no escafóide. Este jogador vinha a realizar a sua melhor época ao serviço do GDL, e ao qual, uma vez mais, o azar bateu à porta. Há que levantar a cabeça, e recuperar, o GDL precisa de ti. Por outro lado, espera-se, no próximo jogo, o regresso de Maçã e quem sabe de Papo!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Lavre 2 - Outeiro 1

Tarde muito cinzenta na Amoreira, que, no entanto, não assustou os muitos adeptos. O reaparecimento da muito ruidosa claque Lavrense foi o melhor atractivo desta tarde de Domingo.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Lambreta
DC Guts
MC Bruneco
MC Brito (1)
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Ferro
Lisboa
Rubinho

Foi um jogo muito parecido ao tempo, ou seja, muito cinzento e fraquinho. O Lavre jogou quanto bastasse para um Outeiro muito arrumado e perigoso.
Embora os visitados saibam o que é andar nos últimos lugares e continuem com humildade agora que estão no segundo posto da classificação, há que, provavelmente, entender o que está por trás desta exibição menos conseguida, isto é, o facto do Outeiro andar na cauda da tabela e o primeiro golo madrugador, terá condicionado o jogo apresentado pelo Lavre.
Foi no primeiro ataque, digno desse nome, que Fábio aproveitou uma falha de um defesa contrário para inaugurar o marcador na Amoreira. Como seria de esperar, o Outeiro tentou sair em busca do prejuízo, contudo as jogadas de perigo, junto à baliza de Banha, só aconteceram por duas vezes. Quando faltavam 15 minutos para o período de descanso, Brito numa segunda bola, após um canto, remata para o que seria o 2-0 ao intervalo.
Na segunda parte a toada de jogo foi muito semelhante à primeira, com o Outeiro a tentar chegar desvantagem mínima e com o Lavre a defender longe da sua baliza, pese embora duas situações de perigo junto às redes da equipa visitada. Entre os 55 e 65 minutos, António Zé e Rafa esgotam as substituições e fazem entrar Lisboa, Ferro e Rubinho para o lugar de Pardal, Chalana e Fábio, respectivamente. É por volta dos 70 minutos que a equipa da casa volta a criar duas situações de perigo, primeiro por Ferro e depois por Rubinho.
Até ao final há a realçar o golo do Outeiro após livre.
Apesar de não ter sido o jogo com assistência record, foi, presumivelmente, a partida em que houve mais Ultras… simplesmente fantástico!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cortiço 1 - 3 Lavre

Jogo, à partida, de interesse redobrado, primeiro por ser um “derby” concelhio e depois pelo Cortiço ser a única equipa que, até ao momento, conseguiu levar de vencida o Lavre no seu reduto. Para além disso, após onze jogos sem conhecer a derrota, o Lavre tinha de fora, por lesão ou castigo, jogadores que, habitualmente, fazem parte do onze eleito por António Zé Arranca e Rafa.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Brito
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala (2)
Jogaram ainda:
Gastão
Rubinho
Ferro

Nos primeiros trinta minutos de jogo, as duas equipas não conseguiram cativar os adeptos que se deslocaram às Fazendas do Cortiço. Se por um lado o Cortiço tentava anular as tímidas jogadas do Lavre, com variadíssimas faltas, principalmente sobre Chalana, por outro, a equipa forasteira tentava adaptar-se às alterações fruto de lesão ou castigo, não conseguindo demonstrar a consistência ofensiva das últimas partidas, todavia foi sempre o Lavre que tentou ir em busca do golo.
Foi à passagem dos 35 minutos, que Fala desfaz a igualdade, cabeceando para o fundo das redes do Cortiço, sem que o redes tivesse hipótese. Até ao final da primeira parte o jogo seguiu na mesma toada.
Com a segunda parte, esperava-se que a equipa visitada viesse com vontade para alterar os acontecimentos, contudo foi o Lavre que esteve sempre por cima, desenvolvendo algumas jogadas que podiam ter avultado o marcador, como, por exemplo, no remate de Fábio fora da área. Quando menos se esperava, o Cortiço chega à igualdade, através de uma boa triangulação, no entanto, fica a ideia que a defensiva Lavrense poderia ter feito melhor.
Após o empate, o jogo arrefeceu, mas percebia-se que o Lavre poderia voltar marcar, principalmente, numa jogada em que os muitos adeptos Lavrenses reclamaram uma pretensa mão dentro da área do Cortiço. Na resposta, os visitados reclamam um fora de jogo mal assinalado que poderia criar uma situação de perigo para Banha. Lembrar que o avançado do Cortiço chegou a introduzir a bola na baliza, todavia o árbitro já havia apitado para assinalar a infracção.
A dez minutos do final da partida, Brito isola Fábio Dias que, sem dificuldades, volta a dar vantagem ao Lavre, de realçar que Fábio já tinha ameaçado anteriormente.
Já perto do final, quando o Cortiço tentava chegar à igualdade, ainda que sem nenhuma jogada de perigo digna desse nome, Fala, num lance de contra-ataque, não facilita e estabelece o resultado final, com vitória justa para o Lavre.
Mais uma vez a massa adepta Lavrense compareceu em grande número para apoiar a equipa, ainda que os ULTRAS não se tenham feito ouvir!