domingo, 10 de abril de 2011

LAVRE 4 - 0 VERA CRUZ

Tarde muito quente na recepção ao último classificado, o Vera Cruz.

Por Lavre alinharam:

GR Samina

DE Lisboa

DD Pápó

DC Ganso

DC Lambreta

MC Gaitas (1)

MC Fala

MC Fábio Dias

ME Coelho

MD Maçã (1)

AV Henrique (1)

Jogaram ainda:

Rubinho (1)

Ferro Spike

Num jogo que seria sempre difícil para a equipa visitante, que se encontra em último lugar na tabela, houve um facto a tornar ainda mais complicada a missão desta tarde: o Vera Cruz tinha apenas 10 jogadores disponíveis e foi com esses 10 que se iniciou o jogo.

Lavre apresentou-se de forma séria e competente e resolveu rapidamente o jogo. Primeiro Henrique, por 2 vezes, atirou por cima já dentro da pequena área. Depois Maçã inaugurou o marcador após excelente desmarcação de Gaitas.

O sufoco junto à área do Vera Cruz ia-se mantendo e acaba por ser Gaitas a fazer o 2-0, numa jogada infeliz do redes visitante.

Pouco depois surgiria o 3-0 num lance excelente de Henrique, com uma boa desmarcação e uma finalização cruzada da direita para a esquerda.

Cerca da meia hora de jogo, e com o jogo completamente controlado, foi tempo de dar minutos a todos os jogadores, tendo entrado Ferro e Rubinho por Fala e Fábio.

Lavre foi criando jogadas de perigo, mais esporádicas agora, mas a ineficácia dos avançados e algumas boas defesas do redes forasteiro foram evitando o avolumar do resultado.

A segunda parte trouxe mais do mesmo, embora Lavre tenha surgido com menos discernimento e pior futebol, com colocação constante das bolas directas nas costas da defesa de Vera Cruz, vendo repetidas jogadas invalidadas por fora-de-jogo.

Mesmo assim, Coelho atirou à barra, de cabeça, antes de Rubinho fazer o 4-0 noutro remate cruzado.

Até ao fim do encontro ainda houve um penalty a favorecer a equipa da casa, mas Coelho (a pedido do público) não conseguiu concretizar.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ROSÁRIO 0 - 2 LAVRE

Tarde fria no campo do Rosário para mais uma vitória da turma Lavrense.


Por Lavre alinharam:

GR Banha

DE Lisboa

DD Pardal

DC Ganso

DC Lambreta

ME Brito

MD Rubinho

MC Bruneco (1)

MC Gaitas

MC Fábio Dias

AV Fala

Jogaram ainda:

Pápó (1)

Chalana

Henrique


Lavre teve alguma dificuldade em adaptar-se às dimensões do campo e, fruto disso, os primeiros minutos de jogo foram inteiramente para a equipa visitada. Raramente, o Lavre chegou à área adversária, todavia poderia ter chegado por duas vezes ao golo, em duas situações de bola parada, primeiro por Ganso e depois por Fala.

Para além da dificuldade em adequar-se à largura do campo, houve a necessidade de lutar contra uma equipa de arbitragem tendenciosa e passiva.

À medida que o cronómetro foi avançando o Lavre começou a dominar mais o jogo a meio campo e, numa altura em que todos pensavam que o resultado ia para o intervalo com um empate, eis que Ganso num lançamento de linha lateral coloca a bola na cabeça de Lambreta que desvia para Bruneco emendar, também, de cabeça para o fundo das redes.

A segunda parte trouxe uma equipa forasteira mito mais organizada. Lavre soube encarar o jogo da melhor forma, trocando bem a bola a meio-campo, não dando grandes chances à equipa do Rosário de sonhar com o empate. As constantes trocas de bola bem elaboradas iam dando situações de vantagem à entrada da área da equipa da casa, embora estas não tenham sido depois bem aproveitadas, faltando quase sempre o último passe.

Ainda assim Lavre dominava completamente e o Rosário não se conseguia impôr, jogando sempre muito longe da área de Banha.

Depois das substituições surgiu o 0-2 definitivo, numa excelente abertura de Bruneco para Pápó, que finalizou de forma segura, com excelente entrada depois de meses lesionado, que acabou com o jogo.

As expulsões que se seguiram na equipa da casa tornaram o jogo ainda mais tranquilo para Lavre e o resultado não se haveria de alterar até ao final. Nota para os adeptos de Lavre que, mesmo a 120km de casa, conseguiram mais uma vez estar em maioria.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Lavre 1 - Luso Morense 0

GR Banha
DE Lisboa
DD Pardal
DC Ganso
DC Lambreta
MC Brito
MC Bruneco
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Rubinho
Ferro
Gastão

(notícia em construção)

domingo, 13 de março de 2011

Aldeense 1 - Lavre 2

Tarde muito cinzenta em Aldeias de Montoito, para mais um jogo do distrital da 1ª divisão da AFE. Terreno de jogo em péssimo estado a exigir um esforço acrescido e a utilização do fisco e detrimento da técnica.
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Ganso (1)
DC Lambreta (1)
MC Brito
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spyke
AV Ferro
Jogaram ainda:
Rubinho
Henrique
Coelho

Início de jogo algo apático do Lavrense a consentir duas oportunidades de golo para o Aldeense, com Banha a defender com enorme qualidade. A espaços a equipa forasteira foi impondo o seu jogo e com pequenas tabelas, junta à área adversária, foi criando algumas oportunidades de golo, ainda que se notasse falta de inspiração no último remate, fruto. Para além disso, sentia-se que podia acontecer o que aconteceu nos primeiros jogos desta comeptição, ou seja, jogar bonito seria contrário a eficácia e a resultado positivo. E foi já perto do intervalo que esta ideia ficou vincada, quando na marcação de um livre o Aldeense chega ao golo.
Para a segunda metade o Lavre entra determinado a dar a cambalhota no resultado e, logo nos primeiros minutos, Ganso, de cabeça, restabelece o empate na partida. Entende-se, então, que o Aldeense teria como objectivo mater o resultado e fecha-se na sua zona defensiva, saindo esporadicamente para tímidos contra-ataques. A equipa técnica Lavrense lança no jogo os seus dois juniores, Rubinho e Henrique, para o lugar dos dois alas, contudo não estava fácil inverter o resultado, já que, por vezes, atacava-se mais com o “coração” do que com a “cabeça”. Já perto do minuto noventa, após a marcação de um livre, o redes do Aldeense defende a bola para a frente e Lambreta remata para o fundo da baliza, colocando alguma justiça no resultado.
Para a semana o adversário será o Luso Morense, significado que o Lavre pode completar uma volta sem derrotas! Adeptos Lavrenses apareçam em força na Amoreira!

sábado, 5 de março de 2011

Lavre 2 - Arcoense 0

Tarde invernosa na Amoreira, a justificar a pior assistência da época em Lavre. No entanto, não foi tal motivo, que levou os resistentes adeptos Lavrenses a deixarem de apoiar a sua equipa.
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Lambreta
MC Brito
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala (1)
Jogaram ainda:
Rubinho
Ferro
Henrique (1)

Em relação ao jogo com o Arraiolos, a equipa técnica do Lavre viu-se obrigada a mexer no onze inicial fruto da lesão de Guts. Assim, Lambreta fez companhia a Ganso no eixo defensivo e Bruno recuou para trinco, para além disso, Brito ocupou a posição do número 10 Lavrense e Chalana regressou ao onze titular.
A primeira parte fica marcada por um domínio mais relevante por parte da equipa da casa, com sete situações de perigo junto da área do Arcoense, destacando-se dois cruzamentos de Chalana aos quais Spyke chegou atrasado e dois cabeceamentos dos irmãos Godinho, primeiro por Fala e depois por Ganso. Por outro lado, registo para o facto de o Arcoense ter realizado o seu primeiro remate, ainda que sem perigo, aos 20 minutos. Relativamente, a oportunidades de golo, apontamento para duas situações, sendo que na última, já muito perto do intervalo, o avançado Arcoense surge isolado junto de Banha, tendo este feito bem a mancha.
Na segunda metade, fica-se com a sensação que o Lavre, praticamente, não saiu do meio campo adversário, com inúmeras situações de perigo. No entanto, embora o Arcos não conseguisse sair (registo para um remate a meio da segunda parte), a verdade é que o Lavre não alcançava o tão sedento golo.
Já no período de descontos, eis que Fala fica isolado e faz o seu nono golo na prova, colocando justiça no resultado. Como seria de esperar, já com o jogo perto do final, António Zé e Rafa mexem na equipa e fazem entrar Ferro e Henrique para o lugar dos dois mais avançados do Lavre. Foi num lance de insistência que Rubinho ganha a bola e, após excelente trabalho, já junto do redes adversário, oferece a Henrique o segundo GOLO.
Mais uma vitória a premiar o esforço de todos! Foste GRANDE Bruno!
Curiosidades:
21 Jogos, 13V 5E 3D (Golos: 37-22)

Média de golos marcados: 1,76/J Média de Golos Sofridos: 1,05/J

8 Vitórias Consecutivas

14 Jogos sem Perder

Última Derrota: 2010-11-20 vs Luso Morense 2-1 (desde então: 12V 2E)

Última Vitória: 2011-03-06 vs Arcoense 2-0

16 Jogos consecutivos a marcar golos

2 jogos consecutivos sem sofrer golos (desde 2011-02-20 vs Outeiro 2-1)

Perdeu apenas 1 dos últimos 19 Jogos

Venceu 9 dos últimos 10 Jogos

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Arraiolense 0 - Lavre 1

Tarde primaveril no estádio Cunha Rivara em Arraiolos, num excelente espaço para a prática do futebol.
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Brito
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Chalana
Rubinho
Gastão

O Lavre em relação à última partida procedeu a duas alterações no onze titular, com Lisboa e Ganso a regressarem à defesa, libertando Lambreta para a posição que tem ocupado, habitualmente, esta época e com Bruneco a voltar a ocupar o eixo do meio campo.
Como seria de esperar, o Arraiolos entrou a tentar comandar as operações, recorrendo a lançamentos para as costas da defensiva Lavrense. À Passagem dos 20 minutos, percebeu-se que a equipa visitada queria inverter os últimos resultados e em duas situações poderia ter inaugurado o marcador. No entanto, os visitantes começaram a soltar-se e a jogar algumas vezes no meio campo arraiolense. À meia de jogo, numa situação com claras culpas para o redes adversário, Fala chega ao golo e faz o resultado com que se havia de chegar ao intervalo.
Na segunda metade, o Arraiolos nunca conseguiu materializar em perigo as suas intenções (não passaram mesmo disso… intenções) e o Lavre foi controlando o resultado sem grandes dificuldades. De realçar o facto de Fala ter podido aumentar a vantagem, quando o Arraiolense já tinha todos os sectores desligados.
Aspecto muito importante deste jogo foi o público vindo de Lavre para apoiar a sua equipa na manutenção do segundo lugar, com destaque muito especial para os ULTRAS que estiveram incansáveis durante os 90 minutos, grande ambiente para os Lavrenses, que mais pareciam estar a jogar na Amoreira (o eco levava a crer a existência de duas claques).
No próximo sábado, o Lavre recebe mais um adversário directo, o Arcos. Assim, é importante que o ambiente se mantenha como até aqui e os ULTRAS cantem desde o início até ao fim para “deixarem passar o LAVRENSE”.
Nota final para o facto de Guts ter jogado mais de 20 minutos com uma fractura no escafóide. Este jogador vinha a realizar a sua melhor época ao serviço do GDL, e ao qual, uma vez mais, o azar bateu à porta. Há que levantar a cabeça, e recuperar, o GDL precisa de ti. Por outro lado, espera-se, no próximo jogo, o regresso de Maçã e quem sabe de Papo!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Lavre 2 - Outeiro 1

Tarde muito cinzenta na Amoreira, que, no entanto, não assustou os muitos adeptos. O reaparecimento da muito ruidosa claque Lavrense foi o melhor atractivo desta tarde de Domingo.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Lambreta
DC Guts
MC Bruneco
MC Brito (1)
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Ferro
Lisboa
Rubinho

Foi um jogo muito parecido ao tempo, ou seja, muito cinzento e fraquinho. O Lavre jogou quanto bastasse para um Outeiro muito arrumado e perigoso.
Embora os visitados saibam o que é andar nos últimos lugares e continuem com humildade agora que estão no segundo posto da classificação, há que, provavelmente, entender o que está por trás desta exibição menos conseguida, isto é, o facto do Outeiro andar na cauda da tabela e o primeiro golo madrugador, terá condicionado o jogo apresentado pelo Lavre.
Foi no primeiro ataque, digno desse nome, que Fábio aproveitou uma falha de um defesa contrário para inaugurar o marcador na Amoreira. Como seria de esperar, o Outeiro tentou sair em busca do prejuízo, contudo as jogadas de perigo, junto à baliza de Banha, só aconteceram por duas vezes. Quando faltavam 15 minutos para o período de descanso, Brito numa segunda bola, após um canto, remata para o que seria o 2-0 ao intervalo.
Na segunda parte a toada de jogo foi muito semelhante à primeira, com o Outeiro a tentar chegar desvantagem mínima e com o Lavre a defender longe da sua baliza, pese embora duas situações de perigo junto às redes da equipa visitada. Entre os 55 e 65 minutos, António Zé e Rafa esgotam as substituições e fazem entrar Lisboa, Ferro e Rubinho para o lugar de Pardal, Chalana e Fábio, respectivamente. É por volta dos 70 minutos que a equipa da casa volta a criar duas situações de perigo, primeiro por Ferro e depois por Rubinho.
Até ao final há a realçar o golo do Outeiro após livre.
Apesar de não ter sido o jogo com assistência record, foi, presumivelmente, a partida em que houve mais Ultras… simplesmente fantástico!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cortiço 1 - 3 Lavre

Jogo, à partida, de interesse redobrado, primeiro por ser um “derby” concelhio e depois pelo Cortiço ser a única equipa que, até ao momento, conseguiu levar de vencida o Lavre no seu reduto. Para além disso, após onze jogos sem conhecer a derrota, o Lavre tinha de fora, por lesão ou castigo, jogadores que, habitualmente, fazem parte do onze eleito por António Zé Arranca e Rafa.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Brito
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala (2)
Jogaram ainda:
Gastão
Rubinho
Ferro

Nos primeiros trinta minutos de jogo, as duas equipas não conseguiram cativar os adeptos que se deslocaram às Fazendas do Cortiço. Se por um lado o Cortiço tentava anular as tímidas jogadas do Lavre, com variadíssimas faltas, principalmente sobre Chalana, por outro, a equipa forasteira tentava adaptar-se às alterações fruto de lesão ou castigo, não conseguindo demonstrar a consistência ofensiva das últimas partidas, todavia foi sempre o Lavre que tentou ir em busca do golo.
Foi à passagem dos 35 minutos, que Fala desfaz a igualdade, cabeceando para o fundo das redes do Cortiço, sem que o redes tivesse hipótese. Até ao final da primeira parte o jogo seguiu na mesma toada.
Com a segunda parte, esperava-se que a equipa visitada viesse com vontade para alterar os acontecimentos, contudo foi o Lavre que esteve sempre por cima, desenvolvendo algumas jogadas que podiam ter avultado o marcador, como, por exemplo, no remate de Fábio fora da área. Quando menos se esperava, o Cortiço chega à igualdade, através de uma boa triangulação, no entanto, fica a ideia que a defensiva Lavrense poderia ter feito melhor.
Após o empate, o jogo arrefeceu, mas percebia-se que o Lavre poderia voltar marcar, principalmente, numa jogada em que os muitos adeptos Lavrenses reclamaram uma pretensa mão dentro da área do Cortiço. Na resposta, os visitados reclamam um fora de jogo mal assinalado que poderia criar uma situação de perigo para Banha. Lembrar que o avançado do Cortiço chegou a introduzir a bola na baliza, todavia o árbitro já havia apitado para assinalar a infracção.
A dez minutos do final da partida, Brito isola Fábio Dias que, sem dificuldades, volta a dar vantagem ao Lavre, de realçar que Fábio já tinha ameaçado anteriormente.
Já perto do final, quando o Cortiço tentava chegar à igualdade, ainda que sem nenhuma jogada de perigo digna desse nome, Fala, num lance de contra-ataque, não facilita e estabelece o resultado final, com vitória justa para o Lavre.
Mais uma vez a massa adepta Lavrense compareceu em grande número para apoiar a equipa, ainda que os ULTRAS não se tenham feito ouvir!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

LAVRE 2 - 1 SÃO MANÇOS

Tarde soalheira na partida em que o Lavrense alcançou o 2º lugar da classificação geral.
Por Lavre alinharam:
GR Samina
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco (1)
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Maçã (1)
AV Fala
Jogaram ainda:
Brito
Spike
Rubinho
A equipa de Lavre entrou bem no jogo, pressionante e com excelentes trocas de bola. Logo numa das primeiras jogadas em que consegue trocar a bola em frente à área de São Manços, Bruneco isola Maçã na direita que, frente ao redes adversário, finalizou de forma segura, inaugurando o marcador.
São Manços respondeu bem e foi à procura do empate, que conseguiu numa das primeiras vezes que se abeirou da grande área do GDL. Num lance confuso de insistência, o defesa direito consegue entrar na área com a bola controlada, remata para excelente defesa de Samina e, na recarga, surge outro jogador de são Manços a restabelecer o empate. Fica a dúvida sobre a existência de uma possível falta sobre o redes Samina.
Com o jogo a 1-1, Lavre voltou a tomar conta das ocorrências e voltou a ser muito perigoso. A bola circulava sempre a área de São Manços e o redes visitante ia começando um festival de grandes defesas que iam mantendo o resultado nivelado. Quando não era ele que as defendia, era a barra, como no lance em que Ganso cabeceia forte, com a bola a esbarrar no ferro antes de tocar perto da linha de golo... do lado de dentro. Nem árbitro nem fiscal vislumbraram esta situação, pelo que o resultado se manteve mais uns minutos.
Mas com tantos lances seguidos, o golo haveria de surgir ainda na primeira parte: Maçã desmarca Lambreta, que remata forte, com a bola a embater claramente na mão do defesa forasteiro em plena grande área.
Na conversão do penalty, Bruneco foi mais uma vez eficaz e fez o 2-1, justíssimo e merecido.
Na segunda parte assistimos a um festival de golos falhados pela equipa da casa, uns por culpa própria ou da barra, outros devido à grande exibição do redes de são Manços.
Primeiro Brito remata forte e colocado, com a bola a embater... nos dois postes antes de sair. Depois Fala, com classe, a puxar para o meio e a rematar em jeito, com a bola a voltar a ser rechassada pela barra.
Spike teve ainda outra hipótese, com boa intervenção do redes, antes de Rubinho, completamente isolado pelo excelente movimento de Lambreta, não ser capaz de desfeitear o n.º 1 de são Manços que assinou aqui uma grande exibição e evitou o avolumar do resultado.
Com estes 3 pontos Lavre alcançou o 2º lugar da classificação geral, atravessando um excelente momento.

domingo, 30 de janeiro de 2011

LAVRE 1 - 0 VALENÇAS

Grande vitória do Lavrense no Inferno da Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Maçã (1)
MD Chalana
AV Fala
Jogaram ainda:
Spike
Rubinho
Pardal
Jogo renhido e muito equilibrado num campo bastante enlameado, a dificultar muito a tarefa a ambas as equipas.
Lavre começou melhor e pressionou forte, conseguindo impor o seu jogo nos primeiros 15 minutos, embora sem ocasiões claras de golo. A pressão constante impedia o Valenças de organizar os seus contra-ataques e a bola passava a maior parte do tempo no meio campo defensivo do Ciborro. Foi neste período que Maçã parece ser derrubado na área, ficando a dúvida sobre se foi encosto legal ou empurrão ostensivo.
A meio da primeira parte o Valenças conseguiu finalmente impôr-se, passa a chegar com mais frequência e maior perigo à baliza de Lavre e tem mesmo uma grande oportunidade para inaugurar o marcador, quando, depois de um centro da esquerda, a bola sobra para Rafael que enche o pé e faz a bola embater no poste de Banha.
Lavre volta rapidamente à pressão dos primeiros minutos e tem então as melhores oportunidades da 1ª parte. Primeiro, Fala quase inaugura o marcador, antecipando-se de cabeça ao redes adversário com a bola a sair ao lado por centímetros. Depois, Chalana é derrubado muito perto da linha de área, ficando novamente a dúvida se seria ou não penalty.
Mesmo a acabar a primeira parte surge o golo do Lavrense: Banha faz um lançamento longo para as costas da defesa do Valenças, momentaneamente descompensada, isolando Maçã que, à saída do redes, faz um chapéu perfeito, inaugurando o marcador.
Era a loucura para os adeptos da casa que, como é hábito, incentivavam a equipa desde o primeiro minuto.
O intervalo e início da segunda parte passaram debaixo de uma chuva forte e gelada que deixou o campo ainda em piores condições.
Numa toada mais cautelosa, e espreitando sempre o contra-ataque, o Lavrense ia segurando sem grandes problemas as sucessivas tentativas do Valenças, que pressionava mas não conseguia criar perigo.
Sem se perceber muito bem porquê, os ânimos exaltaram-se no banco do Valenças, o que valeu a expulsão ao seu treinador, seguida de expulsão de um jogador de campo, por palavras, deixando a equipa visitante com 10 elementos.
O Valenças conseguiu ainda assim empurrar Lavre para a sua defesa, tendo o seu melhor lance ofensivo num remate em chapéu defendido para canto por Banha.
Até ao final do jogo o Valenças foi insistindo, mais com o coração do que com a cabeça, e Lavre foi controlando, procurando sempre ser perigoso no contra-ataque, embora as condições do terreno de jogo não ajudassem qualquer das equipas.
Não tendo havido grandes lances nem alterações até ao apito final, Lavre conseguiu mais uma vitória, alcançando o 4º lugar na classificação geral, em igualdade pontual com o 3º classificado.
O Campo da Amoreira recebeu uma das suas maiores enchentes e a claque ULTRAS esteve sempre activa durante todo o jogo.

domingo, 23 de janeiro de 2011

ARCOS 0 - 0 LAVRE

Tarde gelada na Vila dos Arcos no encontro de acerto entre 5º e 6º classificado.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spike
AV Fala
Jogaram ainda:
Maçã
Rubinho
Coelho
Numa tarde realmente fria, o Arcos começou melhor o encontro e incomodou a equipa Lavrense até esta se conseguir adaptar ao terreno de jogo e ao vento que se fazia sentir. Com 3 bons avançados em constante movimento, a equipa da casa conseguia trocar a bola, embora sem criar lances de real perigo para a baliza de Banha.
A partir dos 20 minutos, Lavre assentou o seu jogo e a bola passou a correr mais pelos pés dos seus jogadores, embora também sem grandes jogadas de perigo, à excepção de um bom remate de longe de Fala e de uma tabela bem conseguida por Lambreta que, por pouco, não consegue finalizar.
Na segunda parte, os Arcos voltam a entrar melhor e, com o vento a favor, conseguem empurrar o GDL para a sua área, dispondo mesmo de uma excelente oportunidade para inaugurar o marcador quando um dos seus avançados se consegue isolar e só Banha, com uma excelente mancha, consegue evitar o 1-0 para a equipa da casa.
Lavre volta a tomar conta do jogo e, nos últimos 20 minutos, consegue por várias vezes trocar a bola com qualidade no meio campo adversário, criando nesta fase as suas melhores oportunidades, nomeadamente uma grande ocasião de golo que Fábio consegue criar junto à linha, centrando para Fala que não consegue encostar.
Com o último apito e o empate final, Lavre sobe ao 5º lugar da classificação geral, mantendo o percurso de escalada e ataque aos primeiros lugares da tabela, quando se prepara para receber, já na próxima jornada, o vizinho Valenças, actualmente na segunda posição.
A claque de Lavre voltou a estar presente em grande forma, pese embora o frio glaciar.

domingo, 16 de janeiro de 2011

BROTAS 0 - 2 LAVRE

Vitória séria e jogo conseguido de Lavre no campo das Brotas.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Bruneco
MC Fábio Dias (1)
MC Brito
ME Chalana
MD Spike
AV Fala (1)
Jogaram ainda:
Ferro
Maçã
Henrique
Jogo bastante conseguido da equipa de Lavre a jogar praticamente em casa dada a grande afluência de público Lavrense ao campo das Brotas. Desde o primeiro minuto o GDL procurou a vitória conseguindo impor o seu jogo, embora sem grandes oportunidades de golo.
À passagem da meia hora, depois de uma boa troca de bola do lado direito do ataque, Fala surge isolado e remata para defesa incompleta do redes da casa, que o mesmo Fala aproveitou para, de cabeça, fazer o 0-1.
Pouco depois, dá-se um dos momentos do jogo: perda de bola de Lavre na defesa dá excelente oportunidade para as Brotas fazerem o empate, mas o remate embate no poste. Praticamente na jogada seguinte, uma perda de bola da defesa da casa dá hipótese a Fábio Dias (o "pequenino dos Foros") de rematar à entrada da área e fazer o 0-2 final, num lance em que o redes da casa não fica isento de culpas.
A segunda parte começou com mais do mesmo: Lavre seguro na defesa contrariava bem o jogo directo das Brotas e ameaçava com algum perigo a baliza adversária de cada vez que conseguia fazer as suas rápidas trocas de bola no meio.
Com a entrada de Ferro e Maçã o contra ataque Lavrense passou a carregar fortemente o lado direito da defesa da casa e foram inúmeras as jogadas a surgir daquele flanco, como aquela em que Spike, completamente isolado, não consegue finalizar um centro de Maçã.
Os Ultras Lavrenses iam dando espectáculo nas bancadas, ao mesmo tempo que no campo o GDL controlava perfeitamente o encontro até ao final, mantendo o 0-2 e conquistando mais 3 pontos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

LAVRE 3 - 2 CORVAL

Vitória épica do Lavrense em mais uma tarde de emoções fortes na Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta (1)
MC Bruneco (2)
MC Fábio Dias
ME Maçã
MD Brito
AV Fala
Jogaram ainda:
Rubinho
Chalana
O jogo começou equilibrado, com a equipa forasteira a conseguir impôr, nos primeiros minutos, o seu futebol, criando alguns calafrios com 2 cantos bem marcados, mas sem a devida finalização.
Lavre entrou então no jogo e teve a primeira oportunidade por Fábio, que remata cruzado ao lado, depois de Fala ganhar nas alturas.
A partir desta fase o GDL entrou em grande ritmo e começou a encostar a equipa adversária à sua área. Com lances bem preparados nas alas, pese embora o natural mau estado do terreno, Lavre ia desperdiçando enquanto do outro lado o Corval apenas contra-atacava esporádicamente.
Foi num desses lances que o Corval fez o 0-1, com um cruzamento muito chegado à baliza a enganar Banha que ainda toca na bola mas não consegue evitar que ela entre.
Apesar deste balde de água fria (que começa a ser habitual antes do GDL conseguir entrar nos jogos) a equipa da casa depressa voltou ao ataque e teve a sua melhor fase neste período, embora lhe tenha faltado o acerto na finalização. Os remates à baliza do Corval eram constantes, as jogadas de perigo sucediam-se, mas o golo do empate não aparecia. Brito teve o golo nos pés, mas permitiu excelente defesa do redes adversário e o mesmo sucedeu a Fala, que, completamente só em frente à baliza, não foi capaz de desfeitar o n.º 1 do Corval.
Como "quem não marca, arrisca-se a sofrer", aconteceu um golpe de teatro na Amoreira: o Corval, que mantinha a muito custo o empate, encostado à sua área, faz novo contra-ataque e, com o seu segundo remate à baliza de Lavre, faz o 0-2 completamente contra a corrente do jogo.
Lavre não desistiu e voltou à carga até ao final da primeira parte, altura em que aconteceram dois factos que viriam a marcar a partida: primeiro, o n.º 20 do Corval é expulso por agressão a Ganso e, depois, Lambreta recebe na área, finta o adversário directo e encosta de pé esquerdo para um grande golo, fazendo o 1-2 com que se foi para o intervalo.
Na segunda parte o jogo foi de um só sentido: Lavre atacava de todas as formas e o Corval defendia como podia.
Fábio à entrada da área, Ganso após canto e Rubinho na marca de penalty tiverem excelentes oportunidades de empatar o jogo, mas não parecia ser a tarde do GDL.
Ainda assim Lavre não desistiu e, apesar das bolas teimarem em não entrar, atacou, pressionou e insistiu até que foi, finalmente, premiado: após boa jogada de Chalana na esquerda a bola sobra na ala direita e Fábio faz um excelente centro para o coração da área onde aparece Bruneco a fazer o 2-2 com um excelente golpe de cabeça.
Os últimos minutos foram de pressão total e o redes forasteiro ainda fez uma grande defesa a remate forte de fora da área de Maçã, mesmo antes de o mesmo Maçã fintar o seu defesa que, vendo-se ultrapassado, o derruba, fazendo penalty claro.
Na conversão, Bruneco foi frio e eficaz, levando os muitos adeptos à loucura com a consumação da "remontada".
Com mais esta vitória, o GDL está agora em 7º, em igualdade pontual com o 6º e o 5º, e com menos 2 jogos que o 4º classificado.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

REFORÇOS JÁ ASSINARAM

Depois dos reforços de início de época André Banha (ex-Cortiço), Rui Coelho (sem clube), Henrique Pinheiro (ex-Almansor F.C.), João Gaitas (ex-Cortiço) e Hugo Pardal (ex-Juniores GUS), que vieram colmatar algumas saídas resultantes da mudança de campeonato, o Lavrense apresenta agora Ruben Martins (Rubinho) (ex-Juniores GUS) e Miguel Lucas (Chalana) (ex-Coruchense).
Boa sorte e bons jogos para eles!

domingo, 26 de dezembro de 2010

ESTREMOZ 1 - 1 LAVRE

Grande jogo de Lavre na visita ao campo do líder Estremoz.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio
ME Maçã (1)
MD Spike
AV Fala
Jogaram ainda:
Henrique
Ferro
Visita ao campo do líder, depois de um mês de Dezembro em cheio em que Lavre somava 4 vitórias e um empate, que prespectivava bastante curiosidade para este confronto entre o 1º (Estremoz) e o 7º (Lavre), em franca recuperação depois de um mau início de campeonato.
Os homens da casa procuraram vincar logo de início as suas intenções, querendo manter a senda vitoriosa que se repetia desde a 2ª jornada, entrando forte e pressionando muito alto, colocando a bola nas costas da defesa de Lavre à procura dos rápidos extremos.
O Estremoz teve nos primeiros 20 minutos um forte ascendente, encostando por períodos a equipa visitante ao seu último reduto, nomeadamente quando, após canto da direita, um jogador estremocense cabeceia sozinho no centro da área e o redes Banha, sem hipóteses, vê Maçã tirar de cabeça em cima da linha.
A partir do meio da primeira parte, e já mais habituados ao sintético que recebeu este jogo, os jogadores de Lavre conseguiram assentar o seu futebol e partiram para as suas trocas de bola de meio campo bem gizadas, começando a criar problemas à equipa da casa.
A primeira parte termina mesmo com grandes hipóteses de golo para Lavre: primeiro Maçã consegue-se isolar na esquerda e remata para defesa do redes de Estremoz, depois Spike remata forte ligeiramente ao lado e, finalmente, Lambreta, mesmo a acabar a primeira parte, após centro de Bruneco, remata por cima já dentro da pequena área.
Na segunda parte manteve-se a toada com Estremoz a tentar meter as bolas nas costas da linha recuada Lavrense, que esteve sempre em grande nível, e o Lavrense a tentar jogar no meio campo em trocas de bola rápidas à procura de desequilíbrios que pudessem permitir o remate de Fala.
Numa fase de grande equilíbrio de jogo surge o golo de Lavre, em mais uma troca de bolas bem medida que permitiu a Bruneco isolar Maçã na esquerda que, simulando, tira o defesa da frente e remata colocado e em jeito com a bola a bater ainda no poste antes de entrar.
Era a loucura para a espectacular claque de Lavre que se deslocou em peso ao campo do Estremoz e que manteve o jogo ainda mais condimentado, a fazer inveja a muitas divisões superiores.
Puxando dos seus galões, a equipa da casa foi à procura do empate e conseguiu novamente empurrar Lavre para trás, embora os visitantes continuassem perigosos no contra ataque.
A pressão constante foi premiada com o golo do empate por volta do minuto 75 numa rápida troca de bola de meio campo que isolou o avançado estremocense que, chutando de imediato, não deu hipóteses ao redes Banha.
A equipa da casa continuou a pressionar, mais com o coração do que com a cabeça, ao mesmo tempo que Lavre ia lançando rápidos e perigosos contra-ataques, como aquele em que Maçã se conseguiu isolar novamente pela esquerda, mas já não conseguiu ter discernimento para fazer o golo.
O apito final soaria pouco depois com o empate a acabar por ser justo, premiando com um ponto ambas as equipas. O Estremoz foi a equipa deste distrital que Lavre defrontou a apresentar melhor futebol, mostrando o porquê de estarem em primeiro e o GDL mostrou que tem obviamente argumentos para se chegar ainda mais acima na tabela.
A claque de Lavre voltou a provar que é a melhor deste distrital e, provavelmente, do Distrito de Évora, cantando de princípio a fim e empurrando sempre os jogadores para a frente.