Tarde fria no campo do Rosário para mais uma vitória da turma Lavrense.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Pardal
DC Ganso
DC Lambreta
ME Brito
MD Rubinho
MC Bruneco (1)
MC Gaitas
MC Fábio Dias
AV Fala
Jogaram ainda:
Pápó (1)
Chalana
Henrique
Lavre teve alguma dificuldade em adaptar-se às dimensões do campo e, fruto disso, os primeiros minutos de jogo foram inteiramente para a equipa visitada. Raramente, o Lavre chegou à área adversária, todavia poderia ter chegado por duas vezes ao golo, em duas situações de bola parada, primeiro por Ganso e depois por Fala.
Para além da dificuldade em adequar-se à largura do campo, houve a necessidade de lutar contra uma equipa de arbitragem tendenciosa e passiva.
À medida que o cronómetro foi avançando o Lavre começou a dominar mais o jogo a meio campo e, numa altura em que todos pensavam que o resultado ia para o intervalo com um empate, eis que Ganso num lançamento de linha lateral coloca a bola na cabeça de Lambreta que desvia para Bruneco emendar, também, de cabeça para o fundo das redes.
A segunda parte trouxe uma equipa forasteira mito mais organizada. Lavre soube encarar o jogo da melhor forma, trocando bem a bola a meio-campo, não dando grandes chances à equipa do Rosário de sonhar com o empate. As constantes trocas de bola bem elaboradas iam dando situações de vantagem à entrada da área da equipa da casa, embora estas não tenham sido depois bem aproveitadas, faltando quase sempre o último passe.
Ainda assim Lavre dominava completamente e o Rosário não se conseguia impôr, jogando sempre muito longe da área de Banha.
Depois das substituições surgiu o 0-2 definitivo, numa excelente abertura de Bruneco para Pápó, que finalizou de forma segura, com excelente entrada depois de meses lesionado, que acabou com o jogo.
As expulsões que se seguiram na equipa da casa tornaram o jogo ainda mais tranquilo para Lavre e o resultado não se haveria de alterar até ao final. Nota para os adeptos de Lavre que, mesmo a 120km de casa, conseguiram mais uma vez estar em maioria.