domingo, 27 de fevereiro de 2011

Arraiolense 0 - Lavre 1

Tarde primaveril no estádio Cunha Rivara em Arraiolos, num excelente espaço para a prática do futebol.
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Brito
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Chalana
Rubinho
Gastão

O Lavre em relação à última partida procedeu a duas alterações no onze titular, com Lisboa e Ganso a regressarem à defesa, libertando Lambreta para a posição que tem ocupado, habitualmente, esta época e com Bruneco a voltar a ocupar o eixo do meio campo.
Como seria de esperar, o Arraiolos entrou a tentar comandar as operações, recorrendo a lançamentos para as costas da defensiva Lavrense. À Passagem dos 20 minutos, percebeu-se que a equipa visitada queria inverter os últimos resultados e em duas situações poderia ter inaugurado o marcador. No entanto, os visitantes começaram a soltar-se e a jogar algumas vezes no meio campo arraiolense. À meia de jogo, numa situação com claras culpas para o redes adversário, Fala chega ao golo e faz o resultado com que se havia de chegar ao intervalo.
Na segunda metade, o Arraiolos nunca conseguiu materializar em perigo as suas intenções (não passaram mesmo disso… intenções) e o Lavre foi controlando o resultado sem grandes dificuldades. De realçar o facto de Fala ter podido aumentar a vantagem, quando o Arraiolense já tinha todos os sectores desligados.
Aspecto muito importante deste jogo foi o público vindo de Lavre para apoiar a sua equipa na manutenção do segundo lugar, com destaque muito especial para os ULTRAS que estiveram incansáveis durante os 90 minutos, grande ambiente para os Lavrenses, que mais pareciam estar a jogar na Amoreira (o eco levava a crer a existência de duas claques).
No próximo sábado, o Lavre recebe mais um adversário directo, o Arcos. Assim, é importante que o ambiente se mantenha como até aqui e os ULTRAS cantem desde o início até ao fim para “deixarem passar o LAVRENSE”.
Nota final para o facto de Guts ter jogado mais de 20 minutos com uma fractura no escafóide. Este jogador vinha a realizar a sua melhor época ao serviço do GDL, e ao qual, uma vez mais, o azar bateu à porta. Há que levantar a cabeça, e recuperar, o GDL precisa de ti. Por outro lado, espera-se, no próximo jogo, o regresso de Maçã e quem sabe de Papo!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Lavre 2 - Outeiro 1

Tarde muito cinzenta na Amoreira, que, no entanto, não assustou os muitos adeptos. O reaparecimento da muito ruidosa claque Lavrense foi o melhor atractivo desta tarde de Domingo.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Lambreta
DC Guts
MC Bruneco
MC Brito (1)
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala
Jogaram ainda:
Ferro
Lisboa
Rubinho

Foi um jogo muito parecido ao tempo, ou seja, muito cinzento e fraquinho. O Lavre jogou quanto bastasse para um Outeiro muito arrumado e perigoso.
Embora os visitados saibam o que é andar nos últimos lugares e continuem com humildade agora que estão no segundo posto da classificação, há que, provavelmente, entender o que está por trás desta exibição menos conseguida, isto é, o facto do Outeiro andar na cauda da tabela e o primeiro golo madrugador, terá condicionado o jogo apresentado pelo Lavre.
Foi no primeiro ataque, digno desse nome, que Fábio aproveitou uma falha de um defesa contrário para inaugurar o marcador na Amoreira. Como seria de esperar, o Outeiro tentou sair em busca do prejuízo, contudo as jogadas de perigo, junto à baliza de Banha, só aconteceram por duas vezes. Quando faltavam 15 minutos para o período de descanso, Brito numa segunda bola, após um canto, remata para o que seria o 2-0 ao intervalo.
Na segunda parte a toada de jogo foi muito semelhante à primeira, com o Outeiro a tentar chegar desvantagem mínima e com o Lavre a defender longe da sua baliza, pese embora duas situações de perigo junto às redes da equipa visitada. Entre os 55 e 65 minutos, António Zé e Rafa esgotam as substituições e fazem entrar Lisboa, Ferro e Rubinho para o lugar de Pardal, Chalana e Fábio, respectivamente. É por volta dos 70 minutos que a equipa da casa volta a criar duas situações de perigo, primeiro por Ferro e depois por Rubinho.
Até ao final há a realçar o golo do Outeiro após livre.
Apesar de não ter sido o jogo com assistência record, foi, presumivelmente, a partida em que houve mais Ultras… simplesmente fantástico!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cortiço 1 - 3 Lavre

Jogo, à partida, de interesse redobrado, primeiro por ser um “derby” concelhio e depois pelo Cortiço ser a única equipa que, até ao momento, conseguiu levar de vencida o Lavre no seu reduto. Para além disso, após onze jogos sem conhecer a derrota, o Lavre tinha de fora, por lesão ou castigo, jogadores que, habitualmente, fazem parte do onze eleito por António Zé Arranca e Rafa.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Gaitas
DD Pardal
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Brito
MC Fábio Dias (1)
ME Chalana
MD Spyke
AV Fala (2)
Jogaram ainda:
Gastão
Rubinho
Ferro

Nos primeiros trinta minutos de jogo, as duas equipas não conseguiram cativar os adeptos que se deslocaram às Fazendas do Cortiço. Se por um lado o Cortiço tentava anular as tímidas jogadas do Lavre, com variadíssimas faltas, principalmente sobre Chalana, por outro, a equipa forasteira tentava adaptar-se às alterações fruto de lesão ou castigo, não conseguindo demonstrar a consistência ofensiva das últimas partidas, todavia foi sempre o Lavre que tentou ir em busca do golo.
Foi à passagem dos 35 minutos, que Fala desfaz a igualdade, cabeceando para o fundo das redes do Cortiço, sem que o redes tivesse hipótese. Até ao final da primeira parte o jogo seguiu na mesma toada.
Com a segunda parte, esperava-se que a equipa visitada viesse com vontade para alterar os acontecimentos, contudo foi o Lavre que esteve sempre por cima, desenvolvendo algumas jogadas que podiam ter avultado o marcador, como, por exemplo, no remate de Fábio fora da área. Quando menos se esperava, o Cortiço chega à igualdade, através de uma boa triangulação, no entanto, fica a ideia que a defensiva Lavrense poderia ter feito melhor.
Após o empate, o jogo arrefeceu, mas percebia-se que o Lavre poderia voltar marcar, principalmente, numa jogada em que os muitos adeptos Lavrenses reclamaram uma pretensa mão dentro da área do Cortiço. Na resposta, os visitados reclamam um fora de jogo mal assinalado que poderia criar uma situação de perigo para Banha. Lembrar que o avançado do Cortiço chegou a introduzir a bola na baliza, todavia o árbitro já havia apitado para assinalar a infracção.
A dez minutos do final da partida, Brito isola Fábio Dias que, sem dificuldades, volta a dar vantagem ao Lavre, de realçar que Fábio já tinha ameaçado anteriormente.
Já perto do final, quando o Cortiço tentava chegar à igualdade, ainda que sem nenhuma jogada de perigo digna desse nome, Fala, num lance de contra-ataque, não facilita e estabelece o resultado final, com vitória justa para o Lavre.
Mais uma vez a massa adepta Lavrense compareceu em grande número para apoiar a equipa, ainda que os ULTRAS não se tenham feito ouvir!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

LAVRE 2 - 1 SÃO MANÇOS

Tarde soalheira na partida em que o Lavrense alcançou o 2º lugar da classificação geral.
Por Lavre alinharam:
GR Samina
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco (1)
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Maçã (1)
AV Fala
Jogaram ainda:
Brito
Spike
Rubinho
A equipa de Lavre entrou bem no jogo, pressionante e com excelentes trocas de bola. Logo numa das primeiras jogadas em que consegue trocar a bola em frente à área de São Manços, Bruneco isola Maçã na direita que, frente ao redes adversário, finalizou de forma segura, inaugurando o marcador.
São Manços respondeu bem e foi à procura do empate, que conseguiu numa das primeiras vezes que se abeirou da grande área do GDL. Num lance confuso de insistência, o defesa direito consegue entrar na área com a bola controlada, remata para excelente defesa de Samina e, na recarga, surge outro jogador de são Manços a restabelecer o empate. Fica a dúvida sobre a existência de uma possível falta sobre o redes Samina.
Com o jogo a 1-1, Lavre voltou a tomar conta das ocorrências e voltou a ser muito perigoso. A bola circulava sempre a área de São Manços e o redes visitante ia começando um festival de grandes defesas que iam mantendo o resultado nivelado. Quando não era ele que as defendia, era a barra, como no lance em que Ganso cabeceia forte, com a bola a esbarrar no ferro antes de tocar perto da linha de golo... do lado de dentro. Nem árbitro nem fiscal vislumbraram esta situação, pelo que o resultado se manteve mais uns minutos.
Mas com tantos lances seguidos, o golo haveria de surgir ainda na primeira parte: Maçã desmarca Lambreta, que remata forte, com a bola a embater claramente na mão do defesa forasteiro em plena grande área.
Na conversão do penalty, Bruneco foi mais uma vez eficaz e fez o 2-1, justíssimo e merecido.
Na segunda parte assistimos a um festival de golos falhados pela equipa da casa, uns por culpa própria ou da barra, outros devido à grande exibição do redes de são Manços.
Primeiro Brito remata forte e colocado, com a bola a embater... nos dois postes antes de sair. Depois Fala, com classe, a puxar para o meio e a rematar em jeito, com a bola a voltar a ser rechassada pela barra.
Spike teve ainda outra hipótese, com boa intervenção do redes, antes de Rubinho, completamente isolado pelo excelente movimento de Lambreta, não ser capaz de desfeitear o n.º 1 de são Manços que assinou aqui uma grande exibição e evitou o avolumar do resultado.
Com estes 3 pontos Lavre alcançou o 2º lugar da classificação geral, atravessando um excelente momento.

domingo, 30 de janeiro de 2011

LAVRE 1 - 0 VALENÇAS

Grande vitória do Lavrense no Inferno da Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Maçã (1)
MD Chalana
AV Fala
Jogaram ainda:
Spike
Rubinho
Pardal
Jogo renhido e muito equilibrado num campo bastante enlameado, a dificultar muito a tarefa a ambas as equipas.
Lavre começou melhor e pressionou forte, conseguindo impor o seu jogo nos primeiros 15 minutos, embora sem ocasiões claras de golo. A pressão constante impedia o Valenças de organizar os seus contra-ataques e a bola passava a maior parte do tempo no meio campo defensivo do Ciborro. Foi neste período que Maçã parece ser derrubado na área, ficando a dúvida sobre se foi encosto legal ou empurrão ostensivo.
A meio da primeira parte o Valenças conseguiu finalmente impôr-se, passa a chegar com mais frequência e maior perigo à baliza de Lavre e tem mesmo uma grande oportunidade para inaugurar o marcador, quando, depois de um centro da esquerda, a bola sobra para Rafael que enche o pé e faz a bola embater no poste de Banha.
Lavre volta rapidamente à pressão dos primeiros minutos e tem então as melhores oportunidades da 1ª parte. Primeiro, Fala quase inaugura o marcador, antecipando-se de cabeça ao redes adversário com a bola a sair ao lado por centímetros. Depois, Chalana é derrubado muito perto da linha de área, ficando novamente a dúvida se seria ou não penalty.
Mesmo a acabar a primeira parte surge o golo do Lavrense: Banha faz um lançamento longo para as costas da defesa do Valenças, momentaneamente descompensada, isolando Maçã que, à saída do redes, faz um chapéu perfeito, inaugurando o marcador.
Era a loucura para os adeptos da casa que, como é hábito, incentivavam a equipa desde o primeiro minuto.
O intervalo e início da segunda parte passaram debaixo de uma chuva forte e gelada que deixou o campo ainda em piores condições.
Numa toada mais cautelosa, e espreitando sempre o contra-ataque, o Lavrense ia segurando sem grandes problemas as sucessivas tentativas do Valenças, que pressionava mas não conseguia criar perigo.
Sem se perceber muito bem porquê, os ânimos exaltaram-se no banco do Valenças, o que valeu a expulsão ao seu treinador, seguida de expulsão de um jogador de campo, por palavras, deixando a equipa visitante com 10 elementos.
O Valenças conseguiu ainda assim empurrar Lavre para a sua defesa, tendo o seu melhor lance ofensivo num remate em chapéu defendido para canto por Banha.
Até ao final do jogo o Valenças foi insistindo, mais com o coração do que com a cabeça, e Lavre foi controlando, procurando sempre ser perigoso no contra-ataque, embora as condições do terreno de jogo não ajudassem qualquer das equipas.
Não tendo havido grandes lances nem alterações até ao apito final, Lavre conseguiu mais uma vitória, alcançando o 4º lugar na classificação geral, em igualdade pontual com o 3º classificado.
O Campo da Amoreira recebeu uma das suas maiores enchentes e a claque ULTRAS esteve sempre activa durante todo o jogo.

domingo, 23 de janeiro de 2011

ARCOS 0 - 0 LAVRE

Tarde gelada na Vila dos Arcos no encontro de acerto entre 5º e 6º classificado.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spike
AV Fala
Jogaram ainda:
Maçã
Rubinho
Coelho
Numa tarde realmente fria, o Arcos começou melhor o encontro e incomodou a equipa Lavrense até esta se conseguir adaptar ao terreno de jogo e ao vento que se fazia sentir. Com 3 bons avançados em constante movimento, a equipa da casa conseguia trocar a bola, embora sem criar lances de real perigo para a baliza de Banha.
A partir dos 20 minutos, Lavre assentou o seu jogo e a bola passou a correr mais pelos pés dos seus jogadores, embora também sem grandes jogadas de perigo, à excepção de um bom remate de longe de Fala e de uma tabela bem conseguida por Lambreta que, por pouco, não consegue finalizar.
Na segunda parte, os Arcos voltam a entrar melhor e, com o vento a favor, conseguem empurrar o GDL para a sua área, dispondo mesmo de uma excelente oportunidade para inaugurar o marcador quando um dos seus avançados se consegue isolar e só Banha, com uma excelente mancha, consegue evitar o 1-0 para a equipa da casa.
Lavre volta a tomar conta do jogo e, nos últimos 20 minutos, consegue por várias vezes trocar a bola com qualidade no meio campo adversário, criando nesta fase as suas melhores oportunidades, nomeadamente uma grande ocasião de golo que Fábio consegue criar junto à linha, centrando para Fala que não consegue encostar.
Com o último apito e o empate final, Lavre sobe ao 5º lugar da classificação geral, mantendo o percurso de escalada e ataque aos primeiros lugares da tabela, quando se prepara para receber, já na próxima jornada, o vizinho Valenças, actualmente na segunda posição.
A claque de Lavre voltou a estar presente em grande forma, pese embora o frio glaciar.

domingo, 16 de janeiro de 2011

BROTAS 0 - 2 LAVRE

Vitória séria e jogo conseguido de Lavre no campo das Brotas.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Bruneco
MC Fábio Dias (1)
MC Brito
ME Chalana
MD Spike
AV Fala (1)
Jogaram ainda:
Ferro
Maçã
Henrique
Jogo bastante conseguido da equipa de Lavre a jogar praticamente em casa dada a grande afluência de público Lavrense ao campo das Brotas. Desde o primeiro minuto o GDL procurou a vitória conseguindo impor o seu jogo, embora sem grandes oportunidades de golo.
À passagem da meia hora, depois de uma boa troca de bola do lado direito do ataque, Fala surge isolado e remata para defesa incompleta do redes da casa, que o mesmo Fala aproveitou para, de cabeça, fazer o 0-1.
Pouco depois, dá-se um dos momentos do jogo: perda de bola de Lavre na defesa dá excelente oportunidade para as Brotas fazerem o empate, mas o remate embate no poste. Praticamente na jogada seguinte, uma perda de bola da defesa da casa dá hipótese a Fábio Dias (o "pequenino dos Foros") de rematar à entrada da área e fazer o 0-2 final, num lance em que o redes da casa não fica isento de culpas.
A segunda parte começou com mais do mesmo: Lavre seguro na defesa contrariava bem o jogo directo das Brotas e ameaçava com algum perigo a baliza adversária de cada vez que conseguia fazer as suas rápidas trocas de bola no meio.
Com a entrada de Ferro e Maçã o contra ataque Lavrense passou a carregar fortemente o lado direito da defesa da casa e foram inúmeras as jogadas a surgir daquele flanco, como aquela em que Spike, completamente isolado, não consegue finalizar um centro de Maçã.
Os Ultras Lavrenses iam dando espectáculo nas bancadas, ao mesmo tempo que no campo o GDL controlava perfeitamente o encontro até ao final, mantendo o 0-2 e conquistando mais 3 pontos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

LAVRE 3 - 2 CORVAL

Vitória épica do Lavrense em mais uma tarde de emoções fortes na Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta (1)
MC Bruneco (2)
MC Fábio Dias
ME Maçã
MD Brito
AV Fala
Jogaram ainda:
Rubinho
Chalana
O jogo começou equilibrado, com a equipa forasteira a conseguir impôr, nos primeiros minutos, o seu futebol, criando alguns calafrios com 2 cantos bem marcados, mas sem a devida finalização.
Lavre entrou então no jogo e teve a primeira oportunidade por Fábio, que remata cruzado ao lado, depois de Fala ganhar nas alturas.
A partir desta fase o GDL entrou em grande ritmo e começou a encostar a equipa adversária à sua área. Com lances bem preparados nas alas, pese embora o natural mau estado do terreno, Lavre ia desperdiçando enquanto do outro lado o Corval apenas contra-atacava esporádicamente.
Foi num desses lances que o Corval fez o 0-1, com um cruzamento muito chegado à baliza a enganar Banha que ainda toca na bola mas não consegue evitar que ela entre.
Apesar deste balde de água fria (que começa a ser habitual antes do GDL conseguir entrar nos jogos) a equipa da casa depressa voltou ao ataque e teve a sua melhor fase neste período, embora lhe tenha faltado o acerto na finalização. Os remates à baliza do Corval eram constantes, as jogadas de perigo sucediam-se, mas o golo do empate não aparecia. Brito teve o golo nos pés, mas permitiu excelente defesa do redes adversário e o mesmo sucedeu a Fala, que, completamente só em frente à baliza, não foi capaz de desfeitar o n.º 1 do Corval.
Como "quem não marca, arrisca-se a sofrer", aconteceu um golpe de teatro na Amoreira: o Corval, que mantinha a muito custo o empate, encostado à sua área, faz novo contra-ataque e, com o seu segundo remate à baliza de Lavre, faz o 0-2 completamente contra a corrente do jogo.
Lavre não desistiu e voltou à carga até ao final da primeira parte, altura em que aconteceram dois factos que viriam a marcar a partida: primeiro, o n.º 20 do Corval é expulso por agressão a Ganso e, depois, Lambreta recebe na área, finta o adversário directo e encosta de pé esquerdo para um grande golo, fazendo o 1-2 com que se foi para o intervalo.
Na segunda parte o jogo foi de um só sentido: Lavre atacava de todas as formas e o Corval defendia como podia.
Fábio à entrada da área, Ganso após canto e Rubinho na marca de penalty tiverem excelentes oportunidades de empatar o jogo, mas não parecia ser a tarde do GDL.
Ainda assim Lavre não desistiu e, apesar das bolas teimarem em não entrar, atacou, pressionou e insistiu até que foi, finalmente, premiado: após boa jogada de Chalana na esquerda a bola sobra na ala direita e Fábio faz um excelente centro para o coração da área onde aparece Bruneco a fazer o 2-2 com um excelente golpe de cabeça.
Os últimos minutos foram de pressão total e o redes forasteiro ainda fez uma grande defesa a remate forte de fora da área de Maçã, mesmo antes de o mesmo Maçã fintar o seu defesa que, vendo-se ultrapassado, o derruba, fazendo penalty claro.
Na conversão, Bruneco foi frio e eficaz, levando os muitos adeptos à loucura com a consumação da "remontada".
Com mais esta vitória, o GDL está agora em 7º, em igualdade pontual com o 6º e o 5º, e com menos 2 jogos que o 4º classificado.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

REFORÇOS JÁ ASSINARAM

Depois dos reforços de início de época André Banha (ex-Cortiço), Rui Coelho (sem clube), Henrique Pinheiro (ex-Almansor F.C.), João Gaitas (ex-Cortiço) e Hugo Pardal (ex-Juniores GUS), que vieram colmatar algumas saídas resultantes da mudança de campeonato, o Lavrense apresenta agora Ruben Martins (Rubinho) (ex-Juniores GUS) e Miguel Lucas (Chalana) (ex-Coruchense).
Boa sorte e bons jogos para eles!

domingo, 26 de dezembro de 2010

ESTREMOZ 1 - 1 LAVRE

Grande jogo de Lavre na visita ao campo do líder Estremoz.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio
ME Maçã (1)
MD Spike
AV Fala
Jogaram ainda:
Henrique
Ferro
Visita ao campo do líder, depois de um mês de Dezembro em cheio em que Lavre somava 4 vitórias e um empate, que prespectivava bastante curiosidade para este confronto entre o 1º (Estremoz) e o 7º (Lavre), em franca recuperação depois de um mau início de campeonato.
Os homens da casa procuraram vincar logo de início as suas intenções, querendo manter a senda vitoriosa que se repetia desde a 2ª jornada, entrando forte e pressionando muito alto, colocando a bola nas costas da defesa de Lavre à procura dos rápidos extremos.
O Estremoz teve nos primeiros 20 minutos um forte ascendente, encostando por períodos a equipa visitante ao seu último reduto, nomeadamente quando, após canto da direita, um jogador estremocense cabeceia sozinho no centro da área e o redes Banha, sem hipóteses, vê Maçã tirar de cabeça em cima da linha.
A partir do meio da primeira parte, e já mais habituados ao sintético que recebeu este jogo, os jogadores de Lavre conseguiram assentar o seu futebol e partiram para as suas trocas de bola de meio campo bem gizadas, começando a criar problemas à equipa da casa.
A primeira parte termina mesmo com grandes hipóteses de golo para Lavre: primeiro Maçã consegue-se isolar na esquerda e remata para defesa do redes de Estremoz, depois Spike remata forte ligeiramente ao lado e, finalmente, Lambreta, mesmo a acabar a primeira parte, após centro de Bruneco, remata por cima já dentro da pequena área.
Na segunda parte manteve-se a toada com Estremoz a tentar meter as bolas nas costas da linha recuada Lavrense, que esteve sempre em grande nível, e o Lavrense a tentar jogar no meio campo em trocas de bola rápidas à procura de desequilíbrios que pudessem permitir o remate de Fala.
Numa fase de grande equilíbrio de jogo surge o golo de Lavre, em mais uma troca de bolas bem medida que permitiu a Bruneco isolar Maçã na esquerda que, simulando, tira o defesa da frente e remata colocado e em jeito com a bola a bater ainda no poste antes de entrar.
Era a loucura para a espectacular claque de Lavre que se deslocou em peso ao campo do Estremoz e que manteve o jogo ainda mais condimentado, a fazer inveja a muitas divisões superiores.
Puxando dos seus galões, a equipa da casa foi à procura do empate e conseguiu novamente empurrar Lavre para trás, embora os visitantes continuassem perigosos no contra ataque.
A pressão constante foi premiada com o golo do empate por volta do minuto 75 numa rápida troca de bola de meio campo que isolou o avançado estremocense que, chutando de imediato, não deu hipóteses ao redes Banha.
A equipa da casa continuou a pressionar, mais com o coração do que com a cabeça, ao mesmo tempo que Lavre ia lançando rápidos e perigosos contra-ataques, como aquele em que Maçã se conseguiu isolar novamente pela esquerda, mas já não conseguiu ter discernimento para fazer o golo.
O apito final soaria pouco depois com o empate a acabar por ser justo, premiando com um ponto ambas as equipas. O Estremoz foi a equipa deste distrital que Lavre defrontou a apresentar melhor futebol, mostrando o porquê de estarem em primeiro e o GDL mostrou que tem obviamente argumentos para se chegar ainda mais acima na tabela.
A claque de Lavre voltou a provar que é a melhor deste distrital e, provavelmente, do Distrito de Évora, cantando de princípio a fim e empurrando sempre os jogadores para a frente.

domingo, 19 de dezembro de 2010

LAVRE 2 - 0 SANTANA DO CAMPO

Jogo competente de Lavre numa vitória justa e bem conseguida.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco (1)
MC Fábio
ME Brito (1)
MD Maçã
AV Fala
Jogaram ainda:
Ferro
Spike
Pardal
Lavre começou forte nesta recepção à equipa de Santana do Campo, procurando pressionar alto, conseguindo de imediato vários cantos e alguns lances de perigo junto ao último reduto forasteiro.
Num livre ganho na esquerda, Bruneco bate o livre para o segundo poste onde Ganso assiste Brito que, livre no centro da área, inaugura o marcador.
Fazia-se justiça, já que os visitantes não conseguiam assentar o seu jogo e viam o GDL constantemente à procura do 2º golo, que poderia ter surgido num lance em que Fala consegue dominar dentro da pequena área, mas não consegue rodar convenientemente para a baliza.
Os minutos finais da primeira parte foram mais calmos, sem grandes jogadas de perigo, com as equipas a aguardarem pela segunda metade do encontro para irem à procura da vitória.
A segunda parte deu mais Lavre outra vez e Ganso podia ter feito o 2-0 de cabeça logo no início quando ganhou nas alturas ao redes adversário, mas acabou por atirar ligeiramente por cima.
O 2-0 ia-se adivinhando e acabou mesmo por surgir pouco depois: o nº18 de Santana, que na primeira parte já tinha sido responsável por várias entradas mais ríspidas, não teve a calma suficiente num lance aparentemente inofensivo e atropelou Maçã pelas costas dentro da área, originando uma grande penalidade. Bruneco encarregou-se da marcação e fez o segundo golo Lavrense que deu ainda mais calma e justiça ao resultado.
Até ao final do encontro Lavre ainda teve mais algumas hipóteses de golo, com remates de Brito ao lado e de Maçã para boa defesa do redes adversário, enquanto o Santana do Campo teve num livre directo a sua única hipótese de golo em todo o encontro, resolvida com excelente defesa de Banha.
Com mais uma óptima prestação da equipa e da claque ULTRAS, os 3 pontos foram bem conquistados e dão continuidade ao excelente mês de Dezembro, em que Lavre conquistou 4 vitórias e cedeu um empate fora, estabilizando-se no 7º lugar da classificação.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Cabrela 1 - Lavre 1

Tarde bastante cinzenta na deslocação do Lavre a Cabrela. Jogo à partida de interesse redobrado, dada a proximidade pontual e o facto de ambas as equipas pertencerem ao mesmo concelho.
Por Lavre alinharam:
GR - Banha
DD - Lisboa
DC - Ganso
DC - Guts
DE - Pápo
MD - Ferro
MC - Lambreta
MC - Bruneco
MC - Fábio Dias
ME - Brito
AV - Fala
Desde início percebeu-se que o Lavre vinha a jogo para obter a sua quarta vitória consecutiva, no entanto, encontrou uma equipa bem arrumada no seu meio campo e a sair rápido para o contra-ataque, fruto, principalmente da rapidez dos dois avançados do Cabrela.
Nos primeiros 25 minutos, há a destacar três situações de bola parada em que a equipa visitante poderia ter chegado à vantagem e uma, num lance puro de contra-ataque, para o Cabrela.
À passagem da meia hora de jogo, um pouco contra a corrente do jogo, em mais uma situação de contra-ataque, pelo lado esquerdo, a equipa visitada chega à vantagem.
Até ao intervalo, a equipa Lavrense ainda tentou chegar ao empate, contudo de uma forma pouco esclarecida e sem grandes oportunidades de golo.
Logo nos primeiros minutos da segunda parte, o Lavre mexe na equipa e entrou Gaitas para o lugar de Ferro e, para além disto, entrou o décimo segundo jogador, ou seja, os "Ultras", marcando presença com fortes cânticos, encorajando os rapazes de António Zé e Rafa para a recuperação.
A toada do jogo acabou por ser idêntica à da primeira parte, isto é com o Cabrela a jogar em contra-ataque e o Lavre a procurar o golo em jogadas constantes no meio campo adversário.
Visto que o golo não aparecia, o Lavre arrisca e passa jogar apenas com três defesas, entrando Maçã para o lugar de Lisboa, obrigando, como seria natural, o Cabrela a recuar ainda mais. E foi a quinze minutos do fim que Fala, após cruzamento do lado esquerdo de Pápo, finaliza de cabeça e restabelece a igualdade na partida.
Até ao final, o Lavre continuou em busca da vitória, altura em que Spyke entrou por lesão de Brito.
Resultado que acaba por ser justo, pese embora a superioridade do Lavre.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

LAVRE 3 - 1 ALCÁÇOVAS

Tarde de mau tempo em Lavre na recepção da equipa das Alcáçovas.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Lisboa
DC Ganso (2)
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Ferro
ME Brito
MD Fábio
PL Fala (1)
Jogaram ainda:
Maçã
Pardal
Coelho
Entrada em jogo completamente falhada da equipa da casa, com a primeira jogada das Alcáçovas, um livre da esquerda, a atravessar toda a zona defensiva lavrense até chegar ao 2º poste donde saiu a assistência para o golo de cabeça, mesmo no coração da àrea, a estabelecer o 0-1.
Lavre teve alguns minutos de tremideira, mas soube depois começar a pressionar e empurrar a equipa forasteira para a sua área. À meia hora já o GDL merecia outro resultado que só o azar impedia.
Foi já no último quarto de hora da primeira parte que a pressão constante e as boas jogadas consecutivas finalmente deram resultado, com uma insistência da esquerda a sobrar na àrea para Fala que facturou o seu 3º tento na prova.
Ainda antes do intervalo, Lavre chegaria à vantagem, por Ganso, a cabecear um livre bem marcado da direita e poderia ter chegado ao 3-1 em diversas oportunidades que criou num momento de muita pressão e bastante qualidade.
Na segunda parte viu-se mais do mesmo: a equipa da casa em pressão constante à procura de mais um golo e a equipa forasteira muito distante da grande àrea adversária, não tendo criado qualquer oportunidade de golo.
O 3-1 surgiria por Ganso, a bisar, depois de mais um livre da direita, fixando-se o resultado final.
Mais uma boa casa no Campo da Amoreira, pese embora as péssimas condições climatéricas, com especial destaque para os ULTRAS que estiveram sempre muito animados.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Vera Cruz 1 - Lavre 4

Tarde tipicamente de Inverno, provavelmente, a contribuir para a pouca assistência presente em Vera Cruz. Ainda assim, destaque para o facto de haver, provavelmente, mais adeptos da equipa visitante, pois, afinal, trata-se de uma distância considerável.
Pelo Lavre jogaram:
GR - Banha
DD - Lisboa
DC - Ganso
DC - Guts
DE - Papó
MD - Spyke
MC - Lambreta
MC - Bruneco
ME - Brito
AV - Ferro
AV - Fala
Jogaram ainda:
Fábio Dias
Henrique
Coelho
O Lavre começou bem melhor do que o adversário e, desde cedo, procurou chegar à vantagem. Logo aos 5 minutos, Fala, em resposta a um cruzamento de Ferro, falha por milímetros a baliza do Vera Cruz.
Com muito pontapé para o ar, a equipa visitada foi sacudindo a pressão e, quando nada fazia prever, numa jogada de contra-ataque, pelo lado esquerdo, chega à vantagem, com os jogadores Lavrenses a pedirem fora de jogo.
Depois do golo, o Lavre não conseguiu inverter a situação e o jogo foi muito disputado na zona do meio campo, com um futebol bastante feio.
O resultado ao intervalo dava vantagem ao Vera Cruz, no entanto, sentia-se que o Lavre era melhor equipa e, a qualquer momento, poderia dar a volta ao resultado.
No reatamento, Spyke saiu por lesão e entrou Fábio Dias, libertando Ferro para o lado direito do ataque Lavrense, contribuindo, ainda mais, para um forte caudal ofensivo da equipa visitante.
Aos 60 minutos, na sequência de um canto, o jogador da equipa do concelho de Portel, introduz a bola na sua própria baliza, dando o empate merecido.
O Lavre não desarmou e, poucos minutos depois, chega à vantagem, através de um remate de Brito, à entrada da grande área, sem hipótese para o "redes" adversário.
Nesta fase do jogo, o Vera Cruz não saía do seu meio campo e "batia em tudo quanto mexia" e, num lance dentro da área, Bruneco sofre falta e o árbitro assinalou a marca da grande penalidade. Bruneco executa mal e o "redes" do Vera Cruz defende, contudo, na recarga, o número 10 Lavrense enviou a bola para o fundo da baliza.
Já a terminar realce para a expulsão de Henrique, que tinha entrado para o lugar de Ferro, e para o golo de Ganso a acabar, de uma vez por todas, com as esperanças do Vera Cruz, isto se ainda as tinham. Para além disso, a entrada de de Coelho para o lugar do capitão Fala.
Aspectos positivos:
- Lavre não sofre nenhum golo através de grande penalidade;
- Recuperação do Lavre, com 4 golos na segunda parte;
- Desportivismo dos jogadores do Lavre face às atitudes menos dignas de alguns jogadores adversários;
Aspectos negativos:
- Campo de reduzidas dimensões. Chamada de atenção para a AFE;
- As inúmeras agressões com e sem bola dos jogadores do Vera Cruz;
- Critério disciplinar do trio de arbitragem.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Lavre 2 - Rosário 1

Tarde de feriado bastante fria, provavelmente a influenciar a pior casa desde o início do Lavre nesta aventura. Mesmo assim registou-se um número que faz inveja a muitas outras equipas deste e outros campeonatos, aproximadamente centena e meia de pessoas no Amoreira.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DD Pardal
DC Ganso
DC Guts
DE Papó
MD Henrique
MC Lambreta
MC Brito
ME Spyke
AV Fala
AV Ferro
Jogaram ainda:
Maçã
Coelho
A partida começou com o Lavre a procurar resolver cedo o jogo, observando-se 5 minutos com várias oportunidades de golo. A espaços o Rosário começou a sacudir a pressão e o jogo passou a ser disputado, essencialmente, na zona do meio campo. Ainda assim, há a destacar duas oportunidades de golo por parte da equipa visitante. A 5 minutos do intervalo, Fala, num remate com o pé esquerdo, à entrada da área, deu vantagem à equipa da casa, sem qualquer hipótese para o redes da equipa vinda do concelho do Alandroal.
Na segunda parte, o Lavre entrou muito defensivo e o Rosário intensificou a pressão junto da baliza à guarda de Banha, contudo sem claras oportunidades de golo. A 15 minutos do final da partida, a equipa forasteira igualou através da marcação de uma grande penalidade. Passados poucos minutos, Papó, num remate forte a meio do meio campo adversário acaba por dar vitória à equipa Lavrense.
Aspectos positivos:
- Estreia de mais um jovem no Lavre, Pardal;
- Lavre vence sem 4 habituais titulares;
- Dois golos do Lavre de belo efeito, com realce para o segundo.
Aspectos negativos:
- Sexto golo sofrido pelo Lavre, nesta competição, através de grande penalidade;
- 6 minutos de compensação foram um excesso para o que se passou durante o jogo;
- A falta da claque Lavrense (alguns dos intervenientes no jogo vinham a contar com os cânticos dos Ultras).