domingo, 23 de janeiro de 2011

ARCOS 0 - 0 LAVRE

Tarde gelada na Vila dos Arcos no encontro de acerto entre 5º e 6º classificado.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Chalana
MD Spike
AV Fala
Jogaram ainda:
Maçã
Rubinho
Coelho
Numa tarde realmente fria, o Arcos começou melhor o encontro e incomodou a equipa Lavrense até esta se conseguir adaptar ao terreno de jogo e ao vento que se fazia sentir. Com 3 bons avançados em constante movimento, a equipa da casa conseguia trocar a bola, embora sem criar lances de real perigo para a baliza de Banha.
A partir dos 20 minutos, Lavre assentou o seu jogo e a bola passou a correr mais pelos pés dos seus jogadores, embora também sem grandes jogadas de perigo, à excepção de um bom remate de longe de Fala e de uma tabela bem conseguida por Lambreta que, por pouco, não consegue finalizar.
Na segunda parte, os Arcos voltam a entrar melhor e, com o vento a favor, conseguem empurrar o GDL para a sua área, dispondo mesmo de uma excelente oportunidade para inaugurar o marcador quando um dos seus avançados se consegue isolar e só Banha, com uma excelente mancha, consegue evitar o 1-0 para a equipa da casa.
Lavre volta a tomar conta do jogo e, nos últimos 20 minutos, consegue por várias vezes trocar a bola com qualidade no meio campo adversário, criando nesta fase as suas melhores oportunidades, nomeadamente uma grande ocasião de golo que Fábio consegue criar junto à linha, centrando para Fala que não consegue encostar.
Com o último apito e o empate final, Lavre sobe ao 5º lugar da classificação geral, mantendo o percurso de escalada e ataque aos primeiros lugares da tabela, quando se prepara para receber, já na próxima jornada, o vizinho Valenças, actualmente na segunda posição.
A claque de Lavre voltou a estar presente em grande forma, pese embora o frio glaciar.

domingo, 16 de janeiro de 2011

BROTAS 0 - 2 LAVRE

Vitória séria e jogo conseguido de Lavre no campo das Brotas.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Bruneco
MC Fábio Dias (1)
MC Brito
ME Chalana
MD Spike
AV Fala (1)
Jogaram ainda:
Ferro
Maçã
Henrique
Jogo bastante conseguido da equipa de Lavre a jogar praticamente em casa dada a grande afluência de público Lavrense ao campo das Brotas. Desde o primeiro minuto o GDL procurou a vitória conseguindo impor o seu jogo, embora sem grandes oportunidades de golo.
À passagem da meia hora, depois de uma boa troca de bola do lado direito do ataque, Fala surge isolado e remata para defesa incompleta do redes da casa, que o mesmo Fala aproveitou para, de cabeça, fazer o 0-1.
Pouco depois, dá-se um dos momentos do jogo: perda de bola de Lavre na defesa dá excelente oportunidade para as Brotas fazerem o empate, mas o remate embate no poste. Praticamente na jogada seguinte, uma perda de bola da defesa da casa dá hipótese a Fábio Dias (o "pequenino dos Foros") de rematar à entrada da área e fazer o 0-2 final, num lance em que o redes da casa não fica isento de culpas.
A segunda parte começou com mais do mesmo: Lavre seguro na defesa contrariava bem o jogo directo das Brotas e ameaçava com algum perigo a baliza adversária de cada vez que conseguia fazer as suas rápidas trocas de bola no meio.
Com a entrada de Ferro e Maçã o contra ataque Lavrense passou a carregar fortemente o lado direito da defesa da casa e foram inúmeras as jogadas a surgir daquele flanco, como aquela em que Spike, completamente isolado, não consegue finalizar um centro de Maçã.
Os Ultras Lavrenses iam dando espectáculo nas bancadas, ao mesmo tempo que no campo o GDL controlava perfeitamente o encontro até ao final, mantendo o 0-2 e conquistando mais 3 pontos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

LAVRE 3 - 2 CORVAL

Vitória épica do Lavrense em mais uma tarde de emoções fortes na Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta (1)
MC Bruneco (2)
MC Fábio Dias
ME Maçã
MD Brito
AV Fala
Jogaram ainda:
Rubinho
Chalana
O jogo começou equilibrado, com a equipa forasteira a conseguir impôr, nos primeiros minutos, o seu futebol, criando alguns calafrios com 2 cantos bem marcados, mas sem a devida finalização.
Lavre entrou então no jogo e teve a primeira oportunidade por Fábio, que remata cruzado ao lado, depois de Fala ganhar nas alturas.
A partir desta fase o GDL entrou em grande ritmo e começou a encostar a equipa adversária à sua área. Com lances bem preparados nas alas, pese embora o natural mau estado do terreno, Lavre ia desperdiçando enquanto do outro lado o Corval apenas contra-atacava esporádicamente.
Foi num desses lances que o Corval fez o 0-1, com um cruzamento muito chegado à baliza a enganar Banha que ainda toca na bola mas não consegue evitar que ela entre.
Apesar deste balde de água fria (que começa a ser habitual antes do GDL conseguir entrar nos jogos) a equipa da casa depressa voltou ao ataque e teve a sua melhor fase neste período, embora lhe tenha faltado o acerto na finalização. Os remates à baliza do Corval eram constantes, as jogadas de perigo sucediam-se, mas o golo do empate não aparecia. Brito teve o golo nos pés, mas permitiu excelente defesa do redes adversário e o mesmo sucedeu a Fala, que, completamente só em frente à baliza, não foi capaz de desfeitar o n.º 1 do Corval.
Como "quem não marca, arrisca-se a sofrer", aconteceu um golpe de teatro na Amoreira: o Corval, que mantinha a muito custo o empate, encostado à sua área, faz novo contra-ataque e, com o seu segundo remate à baliza de Lavre, faz o 0-2 completamente contra a corrente do jogo.
Lavre não desistiu e voltou à carga até ao final da primeira parte, altura em que aconteceram dois factos que viriam a marcar a partida: primeiro, o n.º 20 do Corval é expulso por agressão a Ganso e, depois, Lambreta recebe na área, finta o adversário directo e encosta de pé esquerdo para um grande golo, fazendo o 1-2 com que se foi para o intervalo.
Na segunda parte o jogo foi de um só sentido: Lavre atacava de todas as formas e o Corval defendia como podia.
Fábio à entrada da área, Ganso após canto e Rubinho na marca de penalty tiverem excelentes oportunidades de empatar o jogo, mas não parecia ser a tarde do GDL.
Ainda assim Lavre não desistiu e, apesar das bolas teimarem em não entrar, atacou, pressionou e insistiu até que foi, finalmente, premiado: após boa jogada de Chalana na esquerda a bola sobra na ala direita e Fábio faz um excelente centro para o coração da área onde aparece Bruneco a fazer o 2-2 com um excelente golpe de cabeça.
Os últimos minutos foram de pressão total e o redes forasteiro ainda fez uma grande defesa a remate forte de fora da área de Maçã, mesmo antes de o mesmo Maçã fintar o seu defesa que, vendo-se ultrapassado, o derruba, fazendo penalty claro.
Na conversão, Bruneco foi frio e eficaz, levando os muitos adeptos à loucura com a consumação da "remontada".
Com mais esta vitória, o GDL está agora em 7º, em igualdade pontual com o 6º e o 5º, e com menos 2 jogos que o 4º classificado.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

REFORÇOS JÁ ASSINARAM

Depois dos reforços de início de época André Banha (ex-Cortiço), Rui Coelho (sem clube), Henrique Pinheiro (ex-Almansor F.C.), João Gaitas (ex-Cortiço) e Hugo Pardal (ex-Juniores GUS), que vieram colmatar algumas saídas resultantes da mudança de campeonato, o Lavrense apresenta agora Ruben Martins (Rubinho) (ex-Juniores GUS) e Miguel Lucas (Chalana) (ex-Coruchense).
Boa sorte e bons jogos para eles!

domingo, 26 de dezembro de 2010

ESTREMOZ 1 - 1 LAVRE

Grande jogo de Lavre na visita ao campo do líder Estremoz.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Fábio
ME Maçã (1)
MD Spike
AV Fala
Jogaram ainda:
Henrique
Ferro
Visita ao campo do líder, depois de um mês de Dezembro em cheio em que Lavre somava 4 vitórias e um empate, que prespectivava bastante curiosidade para este confronto entre o 1º (Estremoz) e o 7º (Lavre), em franca recuperação depois de um mau início de campeonato.
Os homens da casa procuraram vincar logo de início as suas intenções, querendo manter a senda vitoriosa que se repetia desde a 2ª jornada, entrando forte e pressionando muito alto, colocando a bola nas costas da defesa de Lavre à procura dos rápidos extremos.
O Estremoz teve nos primeiros 20 minutos um forte ascendente, encostando por períodos a equipa visitante ao seu último reduto, nomeadamente quando, após canto da direita, um jogador estremocense cabeceia sozinho no centro da área e o redes Banha, sem hipóteses, vê Maçã tirar de cabeça em cima da linha.
A partir do meio da primeira parte, e já mais habituados ao sintético que recebeu este jogo, os jogadores de Lavre conseguiram assentar o seu futebol e partiram para as suas trocas de bola de meio campo bem gizadas, começando a criar problemas à equipa da casa.
A primeira parte termina mesmo com grandes hipóteses de golo para Lavre: primeiro Maçã consegue-se isolar na esquerda e remata para defesa do redes de Estremoz, depois Spike remata forte ligeiramente ao lado e, finalmente, Lambreta, mesmo a acabar a primeira parte, após centro de Bruneco, remata por cima já dentro da pequena área.
Na segunda parte manteve-se a toada com Estremoz a tentar meter as bolas nas costas da linha recuada Lavrense, que esteve sempre em grande nível, e o Lavrense a tentar jogar no meio campo em trocas de bola rápidas à procura de desequilíbrios que pudessem permitir o remate de Fala.
Numa fase de grande equilíbrio de jogo surge o golo de Lavre, em mais uma troca de bolas bem medida que permitiu a Bruneco isolar Maçã na esquerda que, simulando, tira o defesa da frente e remata colocado e em jeito com a bola a bater ainda no poste antes de entrar.
Era a loucura para a espectacular claque de Lavre que se deslocou em peso ao campo do Estremoz e que manteve o jogo ainda mais condimentado, a fazer inveja a muitas divisões superiores.
Puxando dos seus galões, a equipa da casa foi à procura do empate e conseguiu novamente empurrar Lavre para trás, embora os visitantes continuassem perigosos no contra ataque.
A pressão constante foi premiada com o golo do empate por volta do minuto 75 numa rápida troca de bola de meio campo que isolou o avançado estremocense que, chutando de imediato, não deu hipóteses ao redes Banha.
A equipa da casa continuou a pressionar, mais com o coração do que com a cabeça, ao mesmo tempo que Lavre ia lançando rápidos e perigosos contra-ataques, como aquele em que Maçã se conseguiu isolar novamente pela esquerda, mas já não conseguiu ter discernimento para fazer o golo.
O apito final soaria pouco depois com o empate a acabar por ser justo, premiando com um ponto ambas as equipas. O Estremoz foi a equipa deste distrital que Lavre defrontou a apresentar melhor futebol, mostrando o porquê de estarem em primeiro e o GDL mostrou que tem obviamente argumentos para se chegar ainda mais acima na tabela.
A claque de Lavre voltou a provar que é a melhor deste distrital e, provavelmente, do Distrito de Évora, cantando de princípio a fim e empurrando sempre os jogadores para a frente.

domingo, 19 de dezembro de 2010

LAVRE 2 - 0 SANTANA DO CAMPO

Jogo competente de Lavre numa vitória justa e bem conseguida.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Pápó
DD Gaitas
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco (1)
MC Fábio
ME Brito (1)
MD Maçã
AV Fala
Jogaram ainda:
Ferro
Spike
Pardal
Lavre começou forte nesta recepção à equipa de Santana do Campo, procurando pressionar alto, conseguindo de imediato vários cantos e alguns lances de perigo junto ao último reduto forasteiro.
Num livre ganho na esquerda, Bruneco bate o livre para o segundo poste onde Ganso assiste Brito que, livre no centro da área, inaugura o marcador.
Fazia-se justiça, já que os visitantes não conseguiam assentar o seu jogo e viam o GDL constantemente à procura do 2º golo, que poderia ter surgido num lance em que Fala consegue dominar dentro da pequena área, mas não consegue rodar convenientemente para a baliza.
Os minutos finais da primeira parte foram mais calmos, sem grandes jogadas de perigo, com as equipas a aguardarem pela segunda metade do encontro para irem à procura da vitória.
A segunda parte deu mais Lavre outra vez e Ganso podia ter feito o 2-0 de cabeça logo no início quando ganhou nas alturas ao redes adversário, mas acabou por atirar ligeiramente por cima.
O 2-0 ia-se adivinhando e acabou mesmo por surgir pouco depois: o nº18 de Santana, que na primeira parte já tinha sido responsável por várias entradas mais ríspidas, não teve a calma suficiente num lance aparentemente inofensivo e atropelou Maçã pelas costas dentro da área, originando uma grande penalidade. Bruneco encarregou-se da marcação e fez o segundo golo Lavrense que deu ainda mais calma e justiça ao resultado.
Até ao final do encontro Lavre ainda teve mais algumas hipóteses de golo, com remates de Brito ao lado e de Maçã para boa defesa do redes adversário, enquanto o Santana do Campo teve num livre directo a sua única hipótese de golo em todo o encontro, resolvida com excelente defesa de Banha.
Com mais uma óptima prestação da equipa e da claque ULTRAS, os 3 pontos foram bem conquistados e dão continuidade ao excelente mês de Dezembro, em que Lavre conquistou 4 vitórias e cedeu um empate fora, estabilizando-se no 7º lugar da classificação.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Cabrela 1 - Lavre 1

Tarde bastante cinzenta na deslocação do Lavre a Cabrela. Jogo à partida de interesse redobrado, dada a proximidade pontual e o facto de ambas as equipas pertencerem ao mesmo concelho.
Por Lavre alinharam:
GR - Banha
DD - Lisboa
DC - Ganso
DC - Guts
DE - Pápo
MD - Ferro
MC - Lambreta
MC - Bruneco
MC - Fábio Dias
ME - Brito
AV - Fala
Desde início percebeu-se que o Lavre vinha a jogo para obter a sua quarta vitória consecutiva, no entanto, encontrou uma equipa bem arrumada no seu meio campo e a sair rápido para o contra-ataque, fruto, principalmente da rapidez dos dois avançados do Cabrela.
Nos primeiros 25 minutos, há a destacar três situações de bola parada em que a equipa visitante poderia ter chegado à vantagem e uma, num lance puro de contra-ataque, para o Cabrela.
À passagem da meia hora de jogo, um pouco contra a corrente do jogo, em mais uma situação de contra-ataque, pelo lado esquerdo, a equipa visitada chega à vantagem.
Até ao intervalo, a equipa Lavrense ainda tentou chegar ao empate, contudo de uma forma pouco esclarecida e sem grandes oportunidades de golo.
Logo nos primeiros minutos da segunda parte, o Lavre mexe na equipa e entrou Gaitas para o lugar de Ferro e, para além disto, entrou o décimo segundo jogador, ou seja, os "Ultras", marcando presença com fortes cânticos, encorajando os rapazes de António Zé e Rafa para a recuperação.
A toada do jogo acabou por ser idêntica à da primeira parte, isto é com o Cabrela a jogar em contra-ataque e o Lavre a procurar o golo em jogadas constantes no meio campo adversário.
Visto que o golo não aparecia, o Lavre arrisca e passa jogar apenas com três defesas, entrando Maçã para o lugar de Lisboa, obrigando, como seria natural, o Cabrela a recuar ainda mais. E foi a quinze minutos do fim que Fala, após cruzamento do lado esquerdo de Pápo, finaliza de cabeça e restabelece a igualdade na partida.
Até ao final, o Lavre continuou em busca da vitória, altura em que Spyke entrou por lesão de Brito.
Resultado que acaba por ser justo, pese embora a superioridade do Lavre.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

LAVRE 3 - 1 ALCÁÇOVAS

Tarde de mau tempo em Lavre na recepção da equipa das Alcáçovas.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Lisboa
DC Ganso (2)
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Ferro
ME Brito
MD Fábio
PL Fala (1)
Jogaram ainda:
Maçã
Pardal
Coelho
Entrada em jogo completamente falhada da equipa da casa, com a primeira jogada das Alcáçovas, um livre da esquerda, a atravessar toda a zona defensiva lavrense até chegar ao 2º poste donde saiu a assistência para o golo de cabeça, mesmo no coração da àrea, a estabelecer o 0-1.
Lavre teve alguns minutos de tremideira, mas soube depois começar a pressionar e empurrar a equipa forasteira para a sua área. À meia hora já o GDL merecia outro resultado que só o azar impedia.
Foi já no último quarto de hora da primeira parte que a pressão constante e as boas jogadas consecutivas finalmente deram resultado, com uma insistência da esquerda a sobrar na àrea para Fala que facturou o seu 3º tento na prova.
Ainda antes do intervalo, Lavre chegaria à vantagem, por Ganso, a cabecear um livre bem marcado da direita e poderia ter chegado ao 3-1 em diversas oportunidades que criou num momento de muita pressão e bastante qualidade.
Na segunda parte viu-se mais do mesmo: a equipa da casa em pressão constante à procura de mais um golo e a equipa forasteira muito distante da grande àrea adversária, não tendo criado qualquer oportunidade de golo.
O 3-1 surgiria por Ganso, a bisar, depois de mais um livre da direita, fixando-se o resultado final.
Mais uma boa casa no Campo da Amoreira, pese embora as péssimas condições climatéricas, com especial destaque para os ULTRAS que estiveram sempre muito animados.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Vera Cruz 1 - Lavre 4

Tarde tipicamente de Inverno, provavelmente, a contribuir para a pouca assistência presente em Vera Cruz. Ainda assim, destaque para o facto de haver, provavelmente, mais adeptos da equipa visitante, pois, afinal, trata-se de uma distância considerável.
Pelo Lavre jogaram:
GR - Banha
DD - Lisboa
DC - Ganso
DC - Guts
DE - Papó
MD - Spyke
MC - Lambreta
MC - Bruneco
ME - Brito
AV - Ferro
AV - Fala
Jogaram ainda:
Fábio Dias
Henrique
Coelho
O Lavre começou bem melhor do que o adversário e, desde cedo, procurou chegar à vantagem. Logo aos 5 minutos, Fala, em resposta a um cruzamento de Ferro, falha por milímetros a baliza do Vera Cruz.
Com muito pontapé para o ar, a equipa visitada foi sacudindo a pressão e, quando nada fazia prever, numa jogada de contra-ataque, pelo lado esquerdo, chega à vantagem, com os jogadores Lavrenses a pedirem fora de jogo.
Depois do golo, o Lavre não conseguiu inverter a situação e o jogo foi muito disputado na zona do meio campo, com um futebol bastante feio.
O resultado ao intervalo dava vantagem ao Vera Cruz, no entanto, sentia-se que o Lavre era melhor equipa e, a qualquer momento, poderia dar a volta ao resultado.
No reatamento, Spyke saiu por lesão e entrou Fábio Dias, libertando Ferro para o lado direito do ataque Lavrense, contribuindo, ainda mais, para um forte caudal ofensivo da equipa visitante.
Aos 60 minutos, na sequência de um canto, o jogador da equipa do concelho de Portel, introduz a bola na sua própria baliza, dando o empate merecido.
O Lavre não desarmou e, poucos minutos depois, chega à vantagem, através de um remate de Brito, à entrada da grande área, sem hipótese para o "redes" adversário.
Nesta fase do jogo, o Vera Cruz não saía do seu meio campo e "batia em tudo quanto mexia" e, num lance dentro da área, Bruneco sofre falta e o árbitro assinalou a marca da grande penalidade. Bruneco executa mal e o "redes" do Vera Cruz defende, contudo, na recarga, o número 10 Lavrense enviou a bola para o fundo da baliza.
Já a terminar realce para a expulsão de Henrique, que tinha entrado para o lugar de Ferro, e para o golo de Ganso a acabar, de uma vez por todas, com as esperanças do Vera Cruz, isto se ainda as tinham. Para além disso, a entrada de de Coelho para o lugar do capitão Fala.
Aspectos positivos:
- Lavre não sofre nenhum golo através de grande penalidade;
- Recuperação do Lavre, com 4 golos na segunda parte;
- Desportivismo dos jogadores do Lavre face às atitudes menos dignas de alguns jogadores adversários;
Aspectos negativos:
- Campo de reduzidas dimensões. Chamada de atenção para a AFE;
- As inúmeras agressões com e sem bola dos jogadores do Vera Cruz;
- Critério disciplinar do trio de arbitragem.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Lavre 2 - Rosário 1

Tarde de feriado bastante fria, provavelmente a influenciar a pior casa desde o início do Lavre nesta aventura. Mesmo assim registou-se um número que faz inveja a muitas outras equipas deste e outros campeonatos, aproximadamente centena e meia de pessoas no Amoreira.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DD Pardal
DC Ganso
DC Guts
DE Papó
MD Henrique
MC Lambreta
MC Brito
ME Spyke
AV Fala
AV Ferro
Jogaram ainda:
Maçã
Coelho
A partida começou com o Lavre a procurar resolver cedo o jogo, observando-se 5 minutos com várias oportunidades de golo. A espaços o Rosário começou a sacudir a pressão e o jogo passou a ser disputado, essencialmente, na zona do meio campo. Ainda assim, há a destacar duas oportunidades de golo por parte da equipa visitante. A 5 minutos do intervalo, Fala, num remate com o pé esquerdo, à entrada da área, deu vantagem à equipa da casa, sem qualquer hipótese para o redes da equipa vinda do concelho do Alandroal.
Na segunda parte, o Lavre entrou muito defensivo e o Rosário intensificou a pressão junto da baliza à guarda de Banha, contudo sem claras oportunidades de golo. A 15 minutos do final da partida, a equipa forasteira igualou através da marcação de uma grande penalidade. Passados poucos minutos, Papó, num remate forte a meio do meio campo adversário acaba por dar vitória à equipa Lavrense.
Aspectos positivos:
- Estreia de mais um jovem no Lavre, Pardal;
- Lavre vence sem 4 habituais titulares;
- Dois golos do Lavre de belo efeito, com realce para o segundo.
Aspectos negativos:
- Sexto golo sofrido pelo Lavre, nesta competição, através de grande penalidade;
- 6 minutos de compensação foram um excesso para o que se passou durante o jogo;
- A falta da claque Lavrense (alguns dos intervenientes no jogo vinham a contar com os cânticos dos Ultras).

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Lavre 3 - 4 Portel

Tarde fria, mas do ponto de vista futebolístico foi bastante quente. Jogo, emocionante, ao nível de muitos jogos profissionais, para tal só faltou mesmo o tapete verdinho.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Papó
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco (1)
MC Fábio Dias (1)
ME Spyke
MD Gaitas
AV Fala (1)
Joagaram ainda:
P. César
Henrique
Ferro
Não jogaram:
Coelho
Gastão
Foi mesmo um grande jogo de futebol e, se nas crónicas anteriores o público surgia sempre em jeito de conclusão, nesta tem destaque especial, excelente moldura humana com os ultras a empurrarem constantemente a equipa Lavrense para o ataque, até pelos locais onde se iam situando.
O jogo iniciou com o Portel a querer, desde cedo, impor respeito e resolver o jogo, contribuindo para isso a apatia que, em alguns jogos, se tem verificado na equipa do Lavre. E foi logo aos 10 min que o Portel aproveitou uma desatenção da equipa visitada para inaugurar o marcador. A partir deste momento só deu Lavre, o Portel foi autenticamente encostado às cordas e Fábio Dias, aproveitando um choque entre o GR e o Central do Portel fez o golo do empate. Já perto do intervalo na marcação rápida de um livre (a bola estava em movimento e o árbitro auxiliar do lado do pião assinalou, embora depois tivesse baixado a bandeirola), ainda no meio campo do Portel, o avançado da equipa adversária isola-se, passa por Banha e remata para a baliza, Papó não consegue aliviar e um jogador adversário marca o segundo golo do Portel.
O jogo chega ao intervalo com um resultado injusto.
Na segunda metade, o Lavre volta a carregar não dando segundos de descanso à equipa da divisão de honra e, após algumas jogadas interessantes, principalmente do lado esquerdo, eis que Bruneco cruza para a área e Fala empata de cabeça. Até ao final da segunda parte, há a a salientar que o Lavre podia ter resolvido o jogo mais do que uma vez, contudo a falta de sorte fez com que o jogo se arrastasse por mais 30 min.
Na primeira metade do prolongamento, o Portel entrou forte e aproveitou o desgaste da equipa da casa para marcar por duas vezes. A primeira num remate após cruzamento do lado direito e a segunda na conversão de uma grande penalidade assinalada pelo árbitro auxiliar (decisão que se aceita, embora o avançado do Portel fosse à procura da falta até antes de entrar na área Lavrense). Na segunda parte do prolongamento, mais uma vez, o Lavre não baixou os braços e reduz através de uma grande penalidade (decisão que se aceita, todavia também deixa algumas dúvidas), convertida por Bruneco. Até ao final o Portel passou por um sufoco constante e emocionante.
Notas positivas:
O número de público presente no campo da Amoreira a fazer ver a muitas equipas de escalões superiores;
A reacção do Lavre aos golos do Portel;
A exibição e a coragem da Equipa de Arbitragem em relação aos nomes das equipas envolvidas no jogo;
Os Ultras fazem a diferença a qualquer momento;
Algumas jogadas do Lavre com princípio, meio e fim a antecipar confiança para os próximos
embates;
A garra e vontade de vencer das duas equipas, em especial a do LAVRE.
Notas negativas:
Apatia do Lavre nos golos do Portel;
O desnorte final no banco do Portel.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

LAVRE 3 - 2 ALDEENSE

Finalmente a vitória que andava a faltar ao Lavrense.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Pápó
DC Ganso
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco (1)
MC Fábio Dias
ME Maçã (1)
MD Henrique
AV Fala
Jogaram ainda:
Spike (1)
César
Ferro
Jogo pouco cativante na primeira parte com as duas equipas a mostrarem o porquê de estarem no final da tabela classificativa. Pouca intensidade, pouco futebol e pouquíssimas jogadas de perigo só foram alteradas pelo golo da equipa forasteira, num lance fortuito em que um cruzamento mal medido acaba por terminar directamente dentro da baliza Lavrense.
Na segunda parte a tónica alterou-se completamente e a equipa da casa, fortemente apoiada pelos adeptos, foi à procura da vitória, fazendo 30 minutos de grande qualidade.
Nesse período viu-se futebol, vontade e boas jogadas que ia dando alento ao trabalho fenomenal da claque, que neste Domingo foi a grande responsável pelo acordar da equipa.
Ainda antes do golo do empate, já Maçã fuzilara após ressalto num canto, mas a bola caprichosamente foi à figura do redes adversário que defendeu para a frente com dificuldade. O golo haveria de aparecer pouco depois, pelo mesmo Maçã, aproveitando um centro da direita para encostar e fazer o empate, nessa altura mais que merecido.
Nos minutos seguintes a bola andou sempre a rondar a baliza do Aldeense, que nesta fase se limitava a defender como podia, e Gaitas podia ter feito um grande golo não fosse a extraordinária defesa do redes forasteiro após o excelente remate do médio Lavrense.
A pressão constante acabaria por dar resultado quando Fala se conseguiu esgueirar pela esquerda e sofreu penalty que Bruneco converteu no 2-1.
O Lavrense continuou a pressionar e haveria ainda de ser premiado com mais um golo, com Fala a ganhar nas alturas e a desmarcar Maçã que se isolou e rematou cruzado com Spike a confirmar o golo em cima da linha.
Após o 3-1 a equipa voltou a baixar o nível, relaxando um pouco e acabou por sofrer o 3-2 num dos últimos lances do jogo.
A claque esteve excelente e foi a grande responsável pela vitória, com malta jovem e mais madura em conjunto a vibrar e a puxar pela nossa terra e pela nossa equipa!

domingo, 31 de outubro de 2010

Arcoense 0 - Lavre 0 (interrompido aos 11min)

Tarde de tromba de água dita o adiamento do jogo para data a designar.
A equipa de arbitragem ainda tentou que o jogo se realizasse, esperando 30 minutos para decidir,todavia a chuva (mais que muita) impossibilitou a que as linhas do campo 12 de Julho em Arcos ficassem visíveis.
Nota importante, de acordo com as regras, o jogo ficou adiado, portanto irá realizar-se na totalidade.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

LAVRE 1 - 1 ARRAIOLOS

Jogo equilibrado e intenso na Amoreira.
Por Lavre alinharam de início:
GR Banha
DE Lisboa
DD Pápó
DC Guts
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Maçã (1)
MD Henrique
AV Fala
Jogou ainda:
Ferro
A equipa de Lavre entrou forte e motivada para tentar fazer os 3 pontos que, com algum azar, lhe têm escapado nos últimos jogos.
A jogar com o esquema habitual, mas com a novidade (que já havia sido testada no Outeiro) de Fala jogar a ponta de lança, o Lavrense foi tentando impor o seu jogo de forma a chegar à vantagem e a não dar espaços ao adversário. No entanto, o Arraiolense também não deixava que o perigo se aproximasse da sua área e a maior parte do jogo passava-se na luta de meio-campo sem lances de golo em qualquer das balizas.
À passagem dos 30 minutos houve bastante perigo, com um lance ganho de cabeça por Fala a fazer sobrar a bola para Maçã que voltou a assistir Fala para um remate rasteiro defendido com dificuldade pelo redes adversário.
Pouco depois, mas na outra área, parece haver o derrube de um avançado arraiolense que daria, se tivesse sido assinalado, penalty para os visitantes.
O Lavrense voltava à carga e chegaria ao golo por Maçã através de uma insistência depois de centro para a direita e assistência de Pápó. Com o 1-0, o Arraiolense carregou mais mas sem grande perigo e a primeira parte chegaria ao fim sem mais nenhum lance de golo.
Na segunda parte a equipa forasteira veio à procura do golo do empate, mais em insistência do que propriamente com grandes jogadas.
O Arraiolos teve uma grande oportunidade, após um canto, com a bola tirada em cima da linha de golo já com o redes Lavrense batido, enquanto o Lavrense jogava em contra-ataque, procurando o 2-0, que podia ter acontecido através de Fábio Dias num excelente remate a que correspondeu o redes forasteiro com uma grande defesa.
O golo do empate acabaria por surgir numa grande penalidade completamente "cavada" pelo árbitro, num lance perfeitamente normal em que o defesa Pápó cabeceia mais alto que o adversário e corta a bola.
O Arraiolos podia depois ter passado para a frente quando um mau atraso obrigou o redes Banha a um espectacular pontapé de bicicleta para evitar o auto-golo de Lambreta.
O empate final é justo, já que ambas as equipas foram dignas e esforçadas, mas sempre muito desinspiradas.

domingo, 17 de outubro de 2010

Outeiro 1 - Lavre 1

Ainda não foi desta que o Lavre conseguiu a vitória, no entanto obteve o seu primeiro ponto nesta competição.
Por Lavre alinharam:
GR Nando
DE Lisboa
DD Pápó
DC Ganso
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco
MC Fábio
ME Spike
MD Henrique
AV Fala
Jogaram ainda:
Banha
Brito
Maçã
A equipa Lavrense iniciou o jogo com grande vontade de alterar a onda de derrotas que a acompanha desde o início do campeonato. Foi possível assistir nos primeiros minutos a uma constante toada de ataque por parte do Lavrense, demonstrando um crescendo na adaptação ao estilo de futebol praticado no distrital, conseguindo aliviar sempre que necessário, colocando a bola na frente.
Foi de um livre a meio do meio campo do Outeiro que Bruneco obteve o primeiro e único golo do Lavrense, fazendo a bola passar ao lado da barreira sem qualquer hipótese para o Guarda-redes adversário. Logo de seguida, após mais uma bola parada, Ganso faz o mais difícil, não concretizando o que seria o segundo golo e, por consequência, a tranquilidade para a equipa forasteira. Ainda nesta fase do jogo, realce para um excelente remate de Fala correspondido por uma grande defesa do redes adversário.
Na segunda metade da primeira parte, assistiu-se ao início da reacção da equipa do Outeiro ,ainda que consentida e à lesão de Nando que obrigou o Lavre a efectuar a primeira substituição forçada da partida.
À entrada para o segundo tempo, o Lavre faz a segunda substituição, entrando Brito para o lugar de Henrique, com Fábio a descair para Médio ala esquerdo, contudo mantendo a estrutura inicial.
Para além desta alteração, quando o Outeiro procurava constantemente o golo do empate, Ganso lesiona-se e força a terceira substituição, obrigando Fala a recuar para o lado de Lambreta e Maçã a entrar a frente de ataque do Lavre. Daqui em diante só deu Outeiro e, mais uma vez, numa desconcentração da equipa Lavrense, o Outeiro chega ao empate após a marcação de uma grande penalidade.
Para finalizar, pode-se afirmar que o resultado foi justo, pese embora a fraca segunda parte apresentada pelo Lavre.