domingo, 12 de dezembro de 2010

Cabrela 1 - Lavre 1

Tarde bastante cinzenta na deslocação do Lavre a Cabrela. Jogo à partida de interesse redobrado, dada a proximidade pontual e o facto de ambas as equipas pertencerem ao mesmo concelho.
Por Lavre alinharam:
GR - Banha
DD - Lisboa
DC - Ganso
DC - Guts
DE - Pápo
MD - Ferro
MC - Lambreta
MC - Bruneco
MC - Fábio Dias
ME - Brito
AV - Fala
Desde início percebeu-se que o Lavre vinha a jogo para obter a sua quarta vitória consecutiva, no entanto, encontrou uma equipa bem arrumada no seu meio campo e a sair rápido para o contra-ataque, fruto, principalmente da rapidez dos dois avançados do Cabrela.
Nos primeiros 25 minutos, há a destacar três situações de bola parada em que a equipa visitante poderia ter chegado à vantagem e uma, num lance puro de contra-ataque, para o Cabrela.
À passagem da meia hora de jogo, um pouco contra a corrente do jogo, em mais uma situação de contra-ataque, pelo lado esquerdo, a equipa visitada chega à vantagem.
Até ao intervalo, a equipa Lavrense ainda tentou chegar ao empate, contudo de uma forma pouco esclarecida e sem grandes oportunidades de golo.
Logo nos primeiros minutos da segunda parte, o Lavre mexe na equipa e entrou Gaitas para o lugar de Ferro e, para além disto, entrou o décimo segundo jogador, ou seja, os "Ultras", marcando presença com fortes cânticos, encorajando os rapazes de António Zé e Rafa para a recuperação.
A toada do jogo acabou por ser idêntica à da primeira parte, isto é com o Cabrela a jogar em contra-ataque e o Lavre a procurar o golo em jogadas constantes no meio campo adversário.
Visto que o golo não aparecia, o Lavre arrisca e passa jogar apenas com três defesas, entrando Maçã para o lugar de Lisboa, obrigando, como seria natural, o Cabrela a recuar ainda mais. E foi a quinze minutos do fim que Fala, após cruzamento do lado esquerdo de Pápo, finaliza de cabeça e restabelece a igualdade na partida.
Até ao final, o Lavre continuou em busca da vitória, altura em que Spyke entrou por lesão de Brito.
Resultado que acaba por ser justo, pese embora a superioridade do Lavre.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

LAVRE 3 - 1 ALCÁÇOVAS

Tarde de mau tempo em Lavre na recepção da equipa das Alcáçovas.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Pápó
DD Lisboa
DC Ganso (2)
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco
MC Ferro
ME Brito
MD Fábio
PL Fala (1)
Jogaram ainda:
Maçã
Pardal
Coelho
Entrada em jogo completamente falhada da equipa da casa, com a primeira jogada das Alcáçovas, um livre da esquerda, a atravessar toda a zona defensiva lavrense até chegar ao 2º poste donde saiu a assistência para o golo de cabeça, mesmo no coração da àrea, a estabelecer o 0-1.
Lavre teve alguns minutos de tremideira, mas soube depois começar a pressionar e empurrar a equipa forasteira para a sua área. À meia hora já o GDL merecia outro resultado que só o azar impedia.
Foi já no último quarto de hora da primeira parte que a pressão constante e as boas jogadas consecutivas finalmente deram resultado, com uma insistência da esquerda a sobrar na àrea para Fala que facturou o seu 3º tento na prova.
Ainda antes do intervalo, Lavre chegaria à vantagem, por Ganso, a cabecear um livre bem marcado da direita e poderia ter chegado ao 3-1 em diversas oportunidades que criou num momento de muita pressão e bastante qualidade.
Na segunda parte viu-se mais do mesmo: a equipa da casa em pressão constante à procura de mais um golo e a equipa forasteira muito distante da grande àrea adversária, não tendo criado qualquer oportunidade de golo.
O 3-1 surgiria por Ganso, a bisar, depois de mais um livre da direita, fixando-se o resultado final.
Mais uma boa casa no Campo da Amoreira, pese embora as péssimas condições climatéricas, com especial destaque para os ULTRAS que estiveram sempre muito animados.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Vera Cruz 1 - Lavre 4

Tarde tipicamente de Inverno, provavelmente, a contribuir para a pouca assistência presente em Vera Cruz. Ainda assim, destaque para o facto de haver, provavelmente, mais adeptos da equipa visitante, pois, afinal, trata-se de uma distância considerável.
Pelo Lavre jogaram:
GR - Banha
DD - Lisboa
DC - Ganso
DC - Guts
DE - Papó
MD - Spyke
MC - Lambreta
MC - Bruneco
ME - Brito
AV - Ferro
AV - Fala
Jogaram ainda:
Fábio Dias
Henrique
Coelho
O Lavre começou bem melhor do que o adversário e, desde cedo, procurou chegar à vantagem. Logo aos 5 minutos, Fala, em resposta a um cruzamento de Ferro, falha por milímetros a baliza do Vera Cruz.
Com muito pontapé para o ar, a equipa visitada foi sacudindo a pressão e, quando nada fazia prever, numa jogada de contra-ataque, pelo lado esquerdo, chega à vantagem, com os jogadores Lavrenses a pedirem fora de jogo.
Depois do golo, o Lavre não conseguiu inverter a situação e o jogo foi muito disputado na zona do meio campo, com um futebol bastante feio.
O resultado ao intervalo dava vantagem ao Vera Cruz, no entanto, sentia-se que o Lavre era melhor equipa e, a qualquer momento, poderia dar a volta ao resultado.
No reatamento, Spyke saiu por lesão e entrou Fábio Dias, libertando Ferro para o lado direito do ataque Lavrense, contribuindo, ainda mais, para um forte caudal ofensivo da equipa visitante.
Aos 60 minutos, na sequência de um canto, o jogador da equipa do concelho de Portel, introduz a bola na sua própria baliza, dando o empate merecido.
O Lavre não desarmou e, poucos minutos depois, chega à vantagem, através de um remate de Brito, à entrada da grande área, sem hipótese para o "redes" adversário.
Nesta fase do jogo, o Vera Cruz não saía do seu meio campo e "batia em tudo quanto mexia" e, num lance dentro da área, Bruneco sofre falta e o árbitro assinalou a marca da grande penalidade. Bruneco executa mal e o "redes" do Vera Cruz defende, contudo, na recarga, o número 10 Lavrense enviou a bola para o fundo da baliza.
Já a terminar realce para a expulsão de Henrique, que tinha entrado para o lugar de Ferro, e para o golo de Ganso a acabar, de uma vez por todas, com as esperanças do Vera Cruz, isto se ainda as tinham. Para além disso, a entrada de de Coelho para o lugar do capitão Fala.
Aspectos positivos:
- Lavre não sofre nenhum golo através de grande penalidade;
- Recuperação do Lavre, com 4 golos na segunda parte;
- Desportivismo dos jogadores do Lavre face às atitudes menos dignas de alguns jogadores adversários;
Aspectos negativos:
- Campo de reduzidas dimensões. Chamada de atenção para a AFE;
- As inúmeras agressões com e sem bola dos jogadores do Vera Cruz;
- Critério disciplinar do trio de arbitragem.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Lavre 2 - Rosário 1

Tarde de feriado bastante fria, provavelmente a influenciar a pior casa desde o início do Lavre nesta aventura. Mesmo assim registou-se um número que faz inveja a muitas outras equipas deste e outros campeonatos, aproximadamente centena e meia de pessoas no Amoreira.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DD Pardal
DC Ganso
DC Guts
DE Papó
MD Henrique
MC Lambreta
MC Brito
ME Spyke
AV Fala
AV Ferro
Jogaram ainda:
Maçã
Coelho
A partida começou com o Lavre a procurar resolver cedo o jogo, observando-se 5 minutos com várias oportunidades de golo. A espaços o Rosário começou a sacudir a pressão e o jogo passou a ser disputado, essencialmente, na zona do meio campo. Ainda assim, há a destacar duas oportunidades de golo por parte da equipa visitante. A 5 minutos do intervalo, Fala, num remate com o pé esquerdo, à entrada da área, deu vantagem à equipa da casa, sem qualquer hipótese para o redes da equipa vinda do concelho do Alandroal.
Na segunda parte, o Lavre entrou muito defensivo e o Rosário intensificou a pressão junto da baliza à guarda de Banha, contudo sem claras oportunidades de golo. A 15 minutos do final da partida, a equipa forasteira igualou através da marcação de uma grande penalidade. Passados poucos minutos, Papó, num remate forte a meio do meio campo adversário acaba por dar vitória à equipa Lavrense.
Aspectos positivos:
- Estreia de mais um jovem no Lavre, Pardal;
- Lavre vence sem 4 habituais titulares;
- Dois golos do Lavre de belo efeito, com realce para o segundo.
Aspectos negativos:
- Sexto golo sofrido pelo Lavre, nesta competição, através de grande penalidade;
- 6 minutos de compensação foram um excesso para o que se passou durante o jogo;
- A falta da claque Lavrense (alguns dos intervenientes no jogo vinham a contar com os cânticos dos Ultras).

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Lavre 3 - 4 Portel

Tarde fria, mas do ponto de vista futebolístico foi bastante quente. Jogo, emocionante, ao nível de muitos jogos profissionais, para tal só faltou mesmo o tapete verdinho.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Papó
DC Ganso
DC Guts
MC Lambreta
MC Bruneco (1)
MC Fábio Dias (1)
ME Spyke
MD Gaitas
AV Fala (1)
Joagaram ainda:
P. César
Henrique
Ferro
Não jogaram:
Coelho
Gastão
Foi mesmo um grande jogo de futebol e, se nas crónicas anteriores o público surgia sempre em jeito de conclusão, nesta tem destaque especial, excelente moldura humana com os ultras a empurrarem constantemente a equipa Lavrense para o ataque, até pelos locais onde se iam situando.
O jogo iniciou com o Portel a querer, desde cedo, impor respeito e resolver o jogo, contribuindo para isso a apatia que, em alguns jogos, se tem verificado na equipa do Lavre. E foi logo aos 10 min que o Portel aproveitou uma desatenção da equipa visitada para inaugurar o marcador. A partir deste momento só deu Lavre, o Portel foi autenticamente encostado às cordas e Fábio Dias, aproveitando um choque entre o GR e o Central do Portel fez o golo do empate. Já perto do intervalo na marcação rápida de um livre (a bola estava em movimento e o árbitro auxiliar do lado do pião assinalou, embora depois tivesse baixado a bandeirola), ainda no meio campo do Portel, o avançado da equipa adversária isola-se, passa por Banha e remata para a baliza, Papó não consegue aliviar e um jogador adversário marca o segundo golo do Portel.
O jogo chega ao intervalo com um resultado injusto.
Na segunda metade, o Lavre volta a carregar não dando segundos de descanso à equipa da divisão de honra e, após algumas jogadas interessantes, principalmente do lado esquerdo, eis que Bruneco cruza para a área e Fala empata de cabeça. Até ao final da segunda parte, há a a salientar que o Lavre podia ter resolvido o jogo mais do que uma vez, contudo a falta de sorte fez com que o jogo se arrastasse por mais 30 min.
Na primeira metade do prolongamento, o Portel entrou forte e aproveitou o desgaste da equipa da casa para marcar por duas vezes. A primeira num remate após cruzamento do lado direito e a segunda na conversão de uma grande penalidade assinalada pelo árbitro auxiliar (decisão que se aceita, embora o avançado do Portel fosse à procura da falta até antes de entrar na área Lavrense). Na segunda parte do prolongamento, mais uma vez, o Lavre não baixou os braços e reduz através de uma grande penalidade (decisão que se aceita, todavia também deixa algumas dúvidas), convertida por Bruneco. Até ao final o Portel passou por um sufoco constante e emocionante.
Notas positivas:
O número de público presente no campo da Amoreira a fazer ver a muitas equipas de escalões superiores;
A reacção do Lavre aos golos do Portel;
A exibição e a coragem da Equipa de Arbitragem em relação aos nomes das equipas envolvidas no jogo;
Os Ultras fazem a diferença a qualquer momento;
Algumas jogadas do Lavre com princípio, meio e fim a antecipar confiança para os próximos
embates;
A garra e vontade de vencer das duas equipas, em especial a do LAVRE.
Notas negativas:
Apatia do Lavre nos golos do Portel;
O desnorte final no banco do Portel.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

LAVRE 3 - 2 ALDEENSE

Finalmente a vitória que andava a faltar ao Lavrense.
Por Lavre jogaram:
GR Banha
DE Lisboa
DD Pápó
DC Ganso
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco (1)
MC Fábio Dias
ME Maçã (1)
MD Henrique
AV Fala
Jogaram ainda:
Spike (1)
César
Ferro
Jogo pouco cativante na primeira parte com as duas equipas a mostrarem o porquê de estarem no final da tabela classificativa. Pouca intensidade, pouco futebol e pouquíssimas jogadas de perigo só foram alteradas pelo golo da equipa forasteira, num lance fortuito em que um cruzamento mal medido acaba por terminar directamente dentro da baliza Lavrense.
Na segunda parte a tónica alterou-se completamente e a equipa da casa, fortemente apoiada pelos adeptos, foi à procura da vitória, fazendo 30 minutos de grande qualidade.
Nesse período viu-se futebol, vontade e boas jogadas que ia dando alento ao trabalho fenomenal da claque, que neste Domingo foi a grande responsável pelo acordar da equipa.
Ainda antes do golo do empate, já Maçã fuzilara após ressalto num canto, mas a bola caprichosamente foi à figura do redes adversário que defendeu para a frente com dificuldade. O golo haveria de aparecer pouco depois, pelo mesmo Maçã, aproveitando um centro da direita para encostar e fazer o empate, nessa altura mais que merecido.
Nos minutos seguintes a bola andou sempre a rondar a baliza do Aldeense, que nesta fase se limitava a defender como podia, e Gaitas podia ter feito um grande golo não fosse a extraordinária defesa do redes forasteiro após o excelente remate do médio Lavrense.
A pressão constante acabaria por dar resultado quando Fala se conseguiu esgueirar pela esquerda e sofreu penalty que Bruneco converteu no 2-1.
O Lavrense continuou a pressionar e haveria ainda de ser premiado com mais um golo, com Fala a ganhar nas alturas e a desmarcar Maçã que se isolou e rematou cruzado com Spike a confirmar o golo em cima da linha.
Após o 3-1 a equipa voltou a baixar o nível, relaxando um pouco e acabou por sofrer o 3-2 num dos últimos lances do jogo.
A claque esteve excelente e foi a grande responsável pela vitória, com malta jovem e mais madura em conjunto a vibrar e a puxar pela nossa terra e pela nossa equipa!

domingo, 31 de outubro de 2010

Arcoense 0 - Lavre 0 (interrompido aos 11min)

Tarde de tromba de água dita o adiamento do jogo para data a designar.
A equipa de arbitragem ainda tentou que o jogo se realizasse, esperando 30 minutos para decidir,todavia a chuva (mais que muita) impossibilitou a que as linhas do campo 12 de Julho em Arcos ficassem visíveis.
Nota importante, de acordo com as regras, o jogo ficou adiado, portanto irá realizar-se na totalidade.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

LAVRE 1 - 1 ARRAIOLOS

Jogo equilibrado e intenso na Amoreira.
Por Lavre alinharam de início:
GR Banha
DE Lisboa
DD Pápó
DC Guts
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco
MC Fábio Dias
ME Maçã (1)
MD Henrique
AV Fala
Jogou ainda:
Ferro
A equipa de Lavre entrou forte e motivada para tentar fazer os 3 pontos que, com algum azar, lhe têm escapado nos últimos jogos.
A jogar com o esquema habitual, mas com a novidade (que já havia sido testada no Outeiro) de Fala jogar a ponta de lança, o Lavrense foi tentando impor o seu jogo de forma a chegar à vantagem e a não dar espaços ao adversário. No entanto, o Arraiolense também não deixava que o perigo se aproximasse da sua área e a maior parte do jogo passava-se na luta de meio-campo sem lances de golo em qualquer das balizas.
À passagem dos 30 minutos houve bastante perigo, com um lance ganho de cabeça por Fala a fazer sobrar a bola para Maçã que voltou a assistir Fala para um remate rasteiro defendido com dificuldade pelo redes adversário.
Pouco depois, mas na outra área, parece haver o derrube de um avançado arraiolense que daria, se tivesse sido assinalado, penalty para os visitantes.
O Lavrense voltava à carga e chegaria ao golo por Maçã através de uma insistência depois de centro para a direita e assistência de Pápó. Com o 1-0, o Arraiolense carregou mais mas sem grande perigo e a primeira parte chegaria ao fim sem mais nenhum lance de golo.
Na segunda parte a equipa forasteira veio à procura do golo do empate, mais em insistência do que propriamente com grandes jogadas.
O Arraiolos teve uma grande oportunidade, após um canto, com a bola tirada em cima da linha de golo já com o redes Lavrense batido, enquanto o Lavrense jogava em contra-ataque, procurando o 2-0, que podia ter acontecido através de Fábio Dias num excelente remate a que correspondeu o redes forasteiro com uma grande defesa.
O golo do empate acabaria por surgir numa grande penalidade completamente "cavada" pelo árbitro, num lance perfeitamente normal em que o defesa Pápó cabeceia mais alto que o adversário e corta a bola.
O Arraiolos podia depois ter passado para a frente quando um mau atraso obrigou o redes Banha a um espectacular pontapé de bicicleta para evitar o auto-golo de Lambreta.
O empate final é justo, já que ambas as equipas foram dignas e esforçadas, mas sempre muito desinspiradas.

domingo, 17 de outubro de 2010

Outeiro 1 - Lavre 1

Ainda não foi desta que o Lavre conseguiu a vitória, no entanto obteve o seu primeiro ponto nesta competição.
Por Lavre alinharam:
GR Nando
DE Lisboa
DD Pápó
DC Ganso
DC Lambreta
MC Gaitas
MC Bruneco
MC Fábio
ME Spike
MD Henrique
AV Fala
Jogaram ainda:
Banha
Brito
Maçã
A equipa Lavrense iniciou o jogo com grande vontade de alterar a onda de derrotas que a acompanha desde o início do campeonato. Foi possível assistir nos primeiros minutos a uma constante toada de ataque por parte do Lavrense, demonstrando um crescendo na adaptação ao estilo de futebol praticado no distrital, conseguindo aliviar sempre que necessário, colocando a bola na frente.
Foi de um livre a meio do meio campo do Outeiro que Bruneco obteve o primeiro e único golo do Lavrense, fazendo a bola passar ao lado da barreira sem qualquer hipótese para o Guarda-redes adversário. Logo de seguida, após mais uma bola parada, Ganso faz o mais difícil, não concretizando o que seria o segundo golo e, por consequência, a tranquilidade para a equipa forasteira. Ainda nesta fase do jogo, realce para um excelente remate de Fala correspondido por uma grande defesa do redes adversário.
Na segunda metade da primeira parte, assistiu-se ao início da reacção da equipa do Outeiro ,ainda que consentida e à lesão de Nando que obrigou o Lavre a efectuar a primeira substituição forçada da partida.
À entrada para o segundo tempo, o Lavre faz a segunda substituição, entrando Brito para o lugar de Henrique, com Fábio a descair para Médio ala esquerdo, contudo mantendo a estrutura inicial.
Para além desta alteração, quando o Outeiro procurava constantemente o golo do empate, Ganso lesiona-se e força a terceira substituição, obrigando Fala a recuar para o lado de Lambreta e Maçã a entrar a frente de ataque do Lavre. Daqui em diante só deu Outeiro e, mais uma vez, numa desconcentração da equipa Lavrense, o Outeiro chega ao empate após a marcação de uma grande penalidade.
Para finalizar, pode-se afirmar que o resultado foi justo, pese embora a fraca segunda parte apresentada pelo Lavre.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

LAVRE 2 - 4 CORTIÇO

Tarde inglória na Amoreira.
Por Lavre alinharam:
GR Banha
DE Lisboa
DD Gaitas
DC Ganso
DC Lambreta
MC Fala
MC Bruneco
MC Fábio
ME Maçã
MD Spike
AV Henrique
Jogaram ainda:
Ferro
Coelho
Pápó
Num terreno pesado, excelente primeira parte da equipa de Lavre, a forçar o Cortiço a defender muito próximo da sua defesa, mas sem conseguir concretizar em golos o ascendente que ia mostrando. Foram vários os lances, especialmente nas bolas paradas, em que poderia ter havido melhor aproveitamento de forma a levar a equipa da casa em vantagem para o intervalo.
Na segunda parte a toada parecia ser a mesma, tendo sido alterada com o golo forasteiro, no aproveitamento eficaz de um livre bem cobrado para o coração da área. Este golo fez tremer toda a estrutura Lavrense que, antes de conseguir responder, haveria de sofrer o 2-0 num lance de contra ataque rápido.
Deu-se então uma espectacular recuperação, com a equipa da casa a ir atrás do resultado e a conseguir fazer o empate, primeiro de penalty e depois na conversão excelente de um livre directo, através de Bruno Silva.
Quando toda a gente julgava que se veria Lavre à procura da vitória, num momento em que o Cortiço até já jogava com 10 por expulsão de um dos médios, deu-se a surpresa geral quando num remate de ressaca de muito longe a equipa visitante passa novamente para a frente do marcador por 3-2 e, pouco depois, em novo contra-ataque faz o 4-2 final.
Mais uma lição de experiência e aproveitamento a mostrar que, nesta competição, qualquer oportunidade perdida na frente ou falha defensiva pode sentenciar um jogo.

domingo, 3 de outubro de 2010

SÃO MANÇOS 2 - 0 LAVRE

Começo de campeonato infeliz para a equipa de Lavre.
Por Lavre alinharam:
GR Nando
DE Pápó
DD Ganso
DC Fala
DC Guts
MC Bruneco
MC Gaitas
MC Brito
ME Maçã
MD Fábio
AV Ferro
Jogaram ainda:
Gastão
Spike
Henrique
Começo de campeonato completamente desastroso da equipa de Lavre que, entrando a tremer no jogo, deu 2 golos de avanço à equipa visitada. Com efeito, os dois primeiros ataques da equipa de São Manços deram 2 golos e, ao minuto 4, por erros colectivos grosseiros de Lavre já o resultado estava feito.
Estes dois golos afectaram muito toda a estrutura da equipa visitante que até ao intervalo não se conseguiu encontrar.
Na segunda parte, Lavre entrou melhor, reencontrando um pouco o seu jogo, mas não conseguindo ser eficiente na hora de finalizar.
Mesmo reduzida a dez elementos, por duplo amarelo a Brito, Lavre conseguiu encostar São Manços por largos minutos da segunda parte, mas o poste e a boa prestação defensiva da equipa da casa conseguiram manter as susas redes invioladas.
Num jogo com uma arbitragem picuinhas e arrogante, mas sem influência no resultado, São Manços foi o justo vencedor, aproveitando os erros adversários e demonstrando maior experiência que Lavre.

domingo, 26 de setembro de 2010

LAVRE 2 - 1 OUTEIRO

Grande exibição do Lavrense na estreia oficial na Taça Distrito de Évora.
Por Lavre alinharam:
GR Nando
DD Ganso
DE Pápó
DC Fala
DC Lambreta (1)
MC Bruneco
MC Paulo César
MC Gaitas
ME Maçã (1)
MD Fábio
PL Guts
Alinharam ainda:
Lisboa
Ferro
Spike
A equipa entrou um pouco nervosa, a acusar a estreia oficial nas competições da AFE, e os primeiros 15 minutos foram dos visitantes, embora sem grandes ocasiões de golo.
A partir dessa altura, Lavre começou a mandar no jogo e a ser capaz de empurrar a equipa do Outeiro mais para trás. Foi nesta fase que Guts teve oportunidade soberana, após grande trabalho de Ganso na direita, mas atirou ao lado e, logo a seguir, Fábio isolou-se após assistência de Maçã, rematando também ao lado.
A equipa da casa continuou a pressionar e golo haveria de surgir ainda antes do intervalo, num remate forte à entrada da área de Maçã a aproveitar um mau alívio após canto.
Na segunda parte o jogo manteve-se na mesma toada e foram inúmeras as oportunidades falhadas pela equipa de Lavre até ao 2-0, marcado por Lambreta através de um excelente cabeceamento após canto.
Lavre manteve-se em cima da defensiva adversária e houve um festival de centros a atravessar a área sem a devida finalização, bem como algumas bolas que só por muito azar não entraram.
Num lance em que houve alguma desconcentração da equipa da casa, o Outeiro aproveitou para reduzir para 2-1, mas não voltou a criar lances de perigo nem a importunar a baliza de Nando.
Vitória justa a dar uma grande alegria neste início oficial às muitas pessoas que se deslocaram ao Campo da Amoreira para ver estes desafio e grande apoio da claque que vai dando nas vistas e transmite enorme vontade aos jogadores do Lavrense!

domingo, 19 de setembro de 2010

LAVRE 1 - 0 ESCOURALENSE

Lavre 1 - 0 Escouralense
Por Lavre jogaram:
GR Nando
DE Pápó
DD Ganso (1)
DC Lambreta
DC Fala
MC Bruneco
MC Gaitas
MC César
ME Maçã
MD Fábio
PL Ferro
Jogaram ainda:
Banha
Spike
Henrique
Lisboa
Bom jogo do Lavrense na apresentação aos sócios com uma equipa de divisão superior e com vastas presenças no distrital de Évora.
Num jogo equilibrado, com ambas as equipas a procurarem impor o seu jogo, o Lavrense não se atemorizou e procurou sempre jogar de igual para igual com a equipa do Escoural.
O golo que fez o resultado foi de Ganso, no final da primeira parte, de cabeça a responder bem a um livre da esquerda.
Apesar de ter existido um penalty para cada lado na segunda parte a algumas boas ocasiões de golo, o resultado não haveria de se alterar.
Excelente moldura humana a perspectivar uma boa entrada nesta nova aventura.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010