Jogo equilibradíssimo no Campo do Paço dos Negros, bem composto de público tanto de uma como de outra equipa.
Pela equipa de Lavre alinharam:
GR Nando
DD Dani
DC Lambreta
DC Ganso
DE Papó
MC Fala
MC Bruneco
ME Jorge
MD Spike
MAC Maçã
PL Ferro
Alinharam ainda:
ME Bruno Diniz
DE Freixo
MC Guts
MC Rafa
Num jogo sempre muito renhido, Lavre começou de forma descomplexada, controlando sem problemas os primeiros 25-30 minutos, altura em que teve uma grande oportunidade de golo com Ferro a cabeçear sozinho dentro da área, depois de grande jogada de envolvimento de toda a equipa.
Os Paços equilibraram então e, pese embora nunca terem tido oportunidades flagrantes, tornaram-se mais perigosos no final da primeira parte. Para este facto contribuiu também uma tendência do árbitro da partida para, neste período, aproveitar todos os lances para marcar faltas a favor da equipa da casa. Apesar destes minutos de algum sofrimento, o intervalo chegou com um 0-0 justo.
A injustiça fazia-se a nível disciplinar, com a equipa de Lavre a ver um amarelo por um capricho do árbitro, sempre intolerante e mal educado no trato com os jogadores de Lavre, enquanto uma entrada muito dura sobre Maçã não teve quaisquer consequências disciplinares.

No reinício do jogo a toada manteve-se: Lavre controlava o jogo sempre longe da sua baliza, procurando trocar a bola entre os homens do seu meio campo para lançar venenosos contra-ataques através de Spike, Bruno Diniz e Maçã.
Foi precisamente através de um lance deste tipo que surgiu a jogada mais perigosa de todo o encontro: Maçã controlou mesmo à entrada da área após desmarcação nas costas da defesa e, quando se esgueirava para a baliza foi travado em falta (novamente sem sanção disciplinar). No livre correspondente, Bruneco rematou de forma excelente, em folha seca, enviando a bola ao poste.
Até ao final não houve nenhuma grande ocasião, de maneira que o 0-0 acaba por ser inteiramente justo neste jogo entre um dos melhores ataques do Inatel de Santarém, o dos Paços, e a melhor defesa nacional dos campeonatos do Inatel, da equipa de Lavre, que têm, após este resultado, todas as hipóteses de seguir em frente nesta fase.
Estão de parabéns todos os jogadores, pela excelente exibição e pela garra (pareciam hienas), sempre puxados por uma excelente falange de apoio, entre adeptos em geral e ULTRAS, que se fizeram ouvir de princípio a fim do jogo.
Pela equipa de Lavre alinharam:
GR Nando
DD Dani
DC Lambreta
DC Ganso
DE Papó
MC Fala
MC Bruneco
ME Jorge
MD Spike
MAC Maçã
PL Ferro
Alinharam ainda:
ME Bruno Diniz
DE Freixo
MC Guts
MC Rafa
Num jogo sempre muito renhido, Lavre começou de forma descomplexada, controlando sem problemas os primeiros 25-30 minutos, altura em que teve uma grande oportunidade de golo com Ferro a cabeçear sozinho dentro da área, depois de grande jogada de envolvimento de toda a equipa.
Os Paços equilibraram então e, pese embora nunca terem tido oportunidades flagrantes, tornaram-se mais perigosos no final da primeira parte. Para este facto contribuiu também uma tendência do árbitro da partida para, neste período, aproveitar todos os lances para marcar faltas a favor da equipa da casa. Apesar destes minutos de algum sofrimento, o intervalo chegou com um 0-0 justo.
A injustiça fazia-se a nível disciplinar, com a equipa de Lavre a ver um amarelo por um capricho do árbitro, sempre intolerante e mal educado no trato com os jogadores de Lavre, enquanto uma entrada muito dura sobre Maçã não teve quaisquer consequências disciplinares.
No reinício do jogo a toada manteve-se: Lavre controlava o jogo sempre longe da sua baliza, procurando trocar a bola entre os homens do seu meio campo para lançar venenosos contra-ataques através de Spike, Bruno Diniz e Maçã.
Foi precisamente através de um lance deste tipo que surgiu a jogada mais perigosa de todo o encontro: Maçã controlou mesmo à entrada da área após desmarcação nas costas da defesa e, quando se esgueirava para a baliza foi travado em falta (novamente sem sanção disciplinar). No livre correspondente, Bruneco rematou de forma excelente, em folha seca, enviando a bola ao poste.
Até ao final não houve nenhuma grande ocasião, de maneira que o 0-0 acaba por ser inteiramente justo neste jogo entre um dos melhores ataques do Inatel de Santarém, o dos Paços, e a melhor defesa nacional dos campeonatos do Inatel, da equipa de Lavre, que têm, após este resultado, todas as hipóteses de seguir em frente nesta fase.
Estão de parabéns todos os jogadores, pela excelente exibição e pela garra (pareciam hienas), sempre puxados por uma excelente falange de apoio, entre adeptos em geral e ULTRAS, que se fizeram ouvir de princípio a fim do jogo.





